Programa busca empresas que possam ajudar o governo na crise da covid-19

Força-tarefa do BrazilLAB quer acelerar tecnologias que possam ser usadas pelas autoridades durante a pandemia

A pandemia de coronavírus trouxe muitos problemas novos para a sociedade nas mais diversas frentes, como educação, saúde e trabalho remoto. Com soluções inovadoras, muitas empresas de tecnologia poderiam ajudar o governo a minimizar o impacto da crise no Brasil. Para conectar essas duas pontas, a aceleradora BrazilLAB lançou um programa para auxiliar startups e pequenas empresas que tenham propostas para o poder público.

“As startups e PMEs muitas vezes têm medo de vender para o governo, não sabem como navegar. O BrazilLAB consegue ajudar, tem uma rede que dá segurança para que as empresas comecem esse processo de atuação junto com o governo”, diz Letícia Piccolotto, presidente e fundadora da aceleradora.

O projeto, chamado de Força-tarefa covid-19, dura um semestre e é dividido em quatro frentes. A primeira delas consiste em duas rodadas de aceleração, cada uma com 15 empresas, geridas pelo BrazilLAB. Ao longo dos quatro anos de história, a aceleradora já ajudou 80 startups e conta com uma rede de 30 municípios parceiros dispostos a trabalhar com empresas de inovação. 

Depois das mentorias, começam as apresentações virtuais, em que o BrazilLAB conecta as startups com gestores públicos. Quando um projeto for implementado, um comitê de especialistas se responsabilizará por acompanhar a execução. O objetivo é medir quanto as parcerias entre empresas de inovação e governo podem ser eficientes. 

O edital, aberto nesta sexta-feira, 10, aceita inscrições até o dia 27 de julho. Podem se inscrever empresas com soluções para educação pública, digitalização da gestão do governo ou inclusão produtiva (ferramentas de acesso a crédito, formação de jovens, ferramentas de geração de emprego e vendas). Apoiam a iniciativa o Instituto Humanize, a Fundação Arymax e a Amazon Web Services.

“O Brasil vai sofrer uma crise que vai demorar de dez a 15 anos para passar, os municípios perderam arrecadações por causa do fechamento do comércio e redução da atividade econômica. Todos estão muito preocupados com essa situação”, afirma Piccolotto. A expectativa é que, com o programa, empresas e gestores públicos consigam se ajudar a emergir melhor da crise.

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