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Omie cria índice para mensurar desempenho de PMEs do Brasil

Lançado nesta quinta, o Índice Omie de Desempenho Econômico (IODE) servirá de régua para avaliar a saúde de pequenas empresas em todo o país
PMEs: novo índice da Omie monitora desempenho financeiro de pequenas empresas (Exame/Germano Lüders)
PMEs: novo índice da Omie monitora desempenho financeiro de pequenas empresas (Exame/Germano Lüders)
Por Maria Clara DiasPublicado em 27/01/2022 12:31 | Última atualização em 27/01/2022 12:57Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Dos softwares para a gestão e controle financeiro, a Omie quer ir para a avaliação econômica das pequenas e médias empresas do Brasil. A startup, que desenvolveu um das principais plataformas na nuvem para PMEs, anunciou a criação de um índice próprio que mensura o desempenho de empresas brasileiras de pequeno porte.

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O Índice Omie de Desempenho Econômico (IODE) analisa a retração e também o desenvolvimento econômico de uma base de quase 90 mil PMEs, todas clientes da Omie e com faturamento de até R$ 50 milhões por ano. A série histórica do IODE começa em janeiro de 2019, e considera o volume mensal de contas a receber de PMEs de todas as regiões do Brasil. Os setores avaliados são:

  • Agropecuária
  • Comércio
  • Indústria
  • Infraestrutura
  • Serviços

De acordo com a primeira versão do índice, divulgada ao mercado nesta quinta-feira, 27, o cenário entre as PMEs nos últimos dois anos foi de retração. Em 2020, as pequenas empresas tiveram movimentação financeira 0,1% menor em 2021, quando comparado ao volume transacionado em 2020.

A motivação para os números negativos, mesmo em meio a reabertura econômica em 2021, segundo a Omie, está na queda do desempenho da agropecuária e da indústria. Juntos, esses dois setores amargaram perdas que beiram os 17%. De outro lado, estão setores como o de comércio e serviços, que cresceram 11,7% e 13,5%, respectivamente, em virtude da aceleração da vacinação a partir do segundo semestre do ano passado.

Um recorte mais aprofundado do IODE também permite o estudo de atividades que movimentam cada setor — e que, por sua vez, influenciam o desempenho de cada um deles. No comércio, por exemplo, a principal contribuição no crescimento das PMEs no último ano esteve no varejo. Já no setor de serviços, o destaque está nas atividades imobiliárias e transporte, armazenagem e correio.

PMEs do Sul cresceram

O novo índice da Omie também permite, além da análise setorial, a divisão por regiões do país. Em 2021, o destaque esteve nas PMEs da Região Sul, que cresceram cerca de 4% suas movimentações financeiras. Em seguida estão as empresas do Centro-Oeste (2,6%) e Norte (1,8%).

O que esperar em 2022

Para 2022, a projeção da Omie é de crescimento entre as PMEs. A expectativa é de que as pequenas empresas aumentem em 1,2% sua atividade econômica. "Há um espaço para a movimentação financeira das PMEs no Brasil", disse Felipe Beraldi, especialista de indicadores e estudos econômicos da Omie, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 27.

Em grande medida, a expectativa está ligada à projeção de abertura econômica, uma inflação mais branda e o renascimento da demanda por serviços em detrimento de bens pela primeira vez desde o início da pandemia. O maior controle sobre a críse hídrica que atingiu o país também deve melhorar os números de PMEs do agro.

Por outro lado, a empresa também está reticente em avaliar o cenário geral para pequenas empresas. Em contexto de juros mais duros, futuras eleições presidencial, a expectativa é que a incerteza continue acompanhando as PMEs em 2022. Somados todos esses fatores, a Omie também acredita que o desempenho do segmento de infraestrutura e indústria continuarão prejudicados.

Em meio a toda essa volatilidade, as informações de mercado do índice devem ajudar empresários na tomada de decisões, afirma Marcelo Lombardo, CEO da Omie. “Com os dados de mercado, um empresário vai poder saber o que é normal ou não dentro de seu setor, seja a quantidade de gastos ou desempenho da empresa”, diz.

A Omie espera que a ferramenta seja usada pelos contadores parceiros, que poderão criar planejamentos mais consistentes com o momento de mercado, e também para encontrar diferenciais para explorar. “Não cobraremos nada, e mesmo assim as PMEs poderão ver como estão performando em cada conta de seu DRE porque é parte da nossa missão como empresa”, diz.