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Eventos virtuais e grátis discutem Internet das Coisas no país nesta terça

Debates ocorrem em meio à indefinição sobre leilão da internet 5G, de altíssima velocidade, que conectará objetos – uma premissa da internet das coisas

Em meio às indefinições sobre a adoção da internet 5G no Brasil, cujo leilão já foi adiado algumas vezes e há dúvidas sobre a participação da fabricante de tecnologia chinesa Huawei no certame, nesta terça-feira, 24, dois eventos virtuais vão abordar os benefícios das aplicações da internet das coisas – conceito para a conexão digital em aparelhos até então analógicos, como geladeiras.

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Para a internet das coisas sair do papel, e os bilhões de sensores necessários para conectar tudo o que estar ao nosso redor conseguirem, de fato, trocar informações entre si, será necessária uma velocidade altíssima de conexão à internet – algo que o 5G promete proporcionar.

Um dos eventos é o 12º Fórum Brasileiro de Internet Industrial, promovido pela ABII, uma associação setorial para fomentar a internet das coisas no Brasil e que tem entre os sócios empresas de grande porte como a fabricante de aviões Embraer e desenvolvedora de softwares de gestão Totvs.

Entre as atrações do evento está o cientista de dados americano Richard Soley, presidente da da OMG (sigla em inglês Object Management Group, ou Grupo de Gerenciamento de Objetos, numa tradução livre), associação dedicada a estabelecer padrões tecnológicos para a conexão digital entre aparelhos diferentes. O evento é gratuito e pode ser acompanhado pelo YouTube.

Nesta terça-feira começa também o AirConnected DX, evento virtual para debater como a tecnologia pode ajudar na retomada da aviação comercial no Brasil. Entre as atrações estão palestras com autoridades do setor como Ronei Glanzmann, secretário nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, e Juliani Noman, diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), órgão regulatório do setor. O evento é gratuito e as inscrições são pelo site do AirConnected DX.

Apesar das incertezas sobre o desenvolvimento do 5G no Brasil, há sinais de que a internet das coisas deve ganhar incentivos em breve. Nos próximos dias, o Senado brasileiro deve colocar em votação um projeto de lei que isenta de taxas as tecnologias para colocar sensores e softwares conversando entre si - e conectados à internet.

O projeto 6.549, do deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP), quer zerar as taxas para instalação, e posterior manutenção, dos sensores capazes de conectar um objeto ao outro. O tema já foi aprovado na Câmara dos Deputados. Caso passe sem modificações pelo Senado, o texto irá para sanção presidencial.

A expectativa dos senadores é de uma votação rápida ao projeto, que deve baratear a importação dessas tecnologias e ajudar na digitalização de setores vitais para a retomada da economia brasileira pós-pandemia, como o agronegócio.

No campo, por exemplo, sensores em máquinas agrícolas poderão transmitir a computadores informações relevantes sobre o solo, orientando ações de plantio, correção de acidez e irrigação da terra. Na ponta, o incentivo ao uso de sensores para a internet das coisas deve abrir mercado para startups dedicadas à acelerar a transição digital em diversos setores da economia.

Com informações da Agência Senado

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