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Whirlpool vê queda de 12% na demanda no Brasil

O presidente-executivo da companhia, Jeff Fettig, entrentanto, havia dito a analistas que há três meses esperava alguma melhora no Brasil


	A Whirlpool teve lucro líquido de US$ 177 milhões (US$ 2,21 por ação) no segundo trimestre deste ano
 (Daniel Acker/Bloomberg)

A Whirlpool teve lucro líquido de US$ 177 milhões (US$ 2,21 por ação) no segundo trimestre deste ano (Daniel Acker/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 22 de julho de 2015 às 14h17.

Nova York - A Whirlpool - dona das marcas Cônsul e Brastemp - informou que a demanda por eletrodomésticos no Brasil diminuiu 12% no segundo trimestre à medida que a turbulência política e a inflação continuaram a prejudicar a economia do País.

O presidente-executivo da companhia, Jeff Fettig, disse a analistas que há três meses esperava alguma melhora no Brasil, mas que agora "os dados de consumo se acomodaram em dois dígitos negativos". "Nós não vemos qualquer sinal que isso vai mudar muito no curto prazo", acrescentou.

A Whirlpool teve lucro líquido de US$ 177 milhões (US$ 2,21 por ação) no segundo trimestre deste ano, abaixo do lucro de US$ 179 milhões (US$ 2,25 por ação) no mesmo período do ano passado.

As vendas somaram US$ 5,2 bilhões no segundo trimestre, uma alta de 11% em comparação com US$ 4,7 bilhões um ano antes. Excluindo o impacto cambial, as venda aumentaram 25%.

Às 12h36 (de Brasília), as ações da Whirlpool, negociadas em Nova York, subiam 5,48%. Fonte: Dow Jones Newswires

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