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Vivo e Vivendi lançam aplicativo para concorrer com Netflix

O acesso ao aplicativo poderá ocorrer pela rede móvel e wi-fi, tanto durante a conexão quanto em modo offline após baixar o conteúdo para o aparelho

Celular: o novo concorrente oferecerá produções cinematográficas curtas, com duração em torno de 10 minutos (Thinkstock)
DR

Da Redação

Publicado em 17 de outubro de 2016 às 21h14.

São Paulo - A Telefônica Vivo e a francesa Vivendi anunciaram nesta segunda-feira, 17, o lançamento do aplicativo Studio+, que será um rival do Netflix , plataforma já consagrada mundialmente para exibição de filmes, séries e documentários via streaming de vídeo.

O novo concorrente das companhias de telecomunicações e mídia será voltado especificamente para os usuários de tablets e smartphones e oferecerá produções cinematográficas curtas, com duração em torno de 10 minutos, produzidos, roteirizados e filmados para que a experiência do espectador seja positiva mesmo numa tela pequena.

O acesso ao aplicativo poderá ocorrer pela rede móvel (3G ou 4G) e wi-fi, tanto durante a conexão quanto em modo offline após baixar o conteúdo para o aparelho.

A imagem será em alta definição, garantindo boa qualidade mesmo se o conteúdo for reproduzido em telas grandes. O serviço está disponível a partir de hoje, exclusivamente para clientes móveis pré e pós-pago da Vivo, pelo valor de R$ 3,99 por semana ou R$ 12,90 por 30 dias.

O presidente da Vivendi, Dominique Delport, observou que 60% dos usuários de smartphones costumam ver vídeos curtos diariamente, mas não há nenhuma produção de alta qualidade dedica exclusivamente a esse setor.

"Queremos criar uma nova cultura pop", afirmou o executivo, durante apresentação à imprensa, nesta segunda-feira, em São Paulo. "Nosso foco é conteúdo curto, de alta qualidade e que não tenha tido exibições. Quem quiser ver o conteúdo terá que acessar o aplicativo", frisou citando que os usuários poderão escolher séries, documentários e produções musicais, que serão acrescentados gradualmente ao acervo virtual.

A Vivendi investiu US$ 40 milhões no desenvolvimento do aplicativo e, principalmente, nas produções cinematográficas. Neste primeiro momento, há cerca de 15 séries disponíveis.

Toda semana será lançada uma nova série ou nova temporada. As produções estarão disponíveis em diversos idiomas como português, inglês, espanhol e francês.

Um dos destaques é a série brasileira produzida para o aplicativo, chamada "Crime Time: Hora de Perigo" baseada em fatos reais. Filmada no Rio de Janeiro e São Paulo, ela conta a história de um político e apresentador de TV julgado por "encomendar" crimes.

O Brasil foi escolhido pela Vivendi para o lançamento mundial do aplicativo. Segundo Delport, essa decisão está relacionada à boa capilaridade da parceira Vivo no País, além de ser um mercado considerado receptivo a novas tecnologias.

O executivo observou também que o Brasil ainda não tem uma grande difusão da TV paga entre a população, o que dá maior abertura para a entrada no mercado de filmes e séries.

Ainda neste ano, o Studio+ chegará a Argentina, Chile, Peru e México, países onde a Vivendi tem parceria com a Movistar. Na sequência, o aplicativo chegará aos Estados Unidos, Europa e Ásia, onde os parceiros da Vivendi ainda estão sendo definidos. Na Itália, será a Telecom Italia.

No Brasil, a exclusividade da Vivo com a comercialização do aplicativo será de três anos. Para o presidente da operadora, Amos Genish, a expectativa é de uma difusão gradual e consistente.

"O Studio+ é um produto novo, com qualidade enorme para os dispositivos móveis. Ainda pode levar algum tempo para disseminar e para as pessoas começarem a comentar sobre as séries e filmes, mas vai acontecer", disse. "Eu acredito, pessoalmente, que será o Netflix do mobile", completou o executivo.

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São Paulo - A Telefônica Vivo e a francesa Vivendi anunciaram nesta segunda-feira, 17, o lançamento do aplicativo Studio+, que será um rival do Netflix , plataforma já consagrada mundialmente para exibição de filmes, séries e documentários via streaming de vídeo.

O novo concorrente das companhias de telecomunicações e mídia será voltado especificamente para os usuários de tablets e smartphones e oferecerá produções cinematográficas curtas, com duração em torno de 10 minutos, produzidos, roteirizados e filmados para que a experiência do espectador seja positiva mesmo numa tela pequena.

O acesso ao aplicativo poderá ocorrer pela rede móvel (3G ou 4G) e wi-fi, tanto durante a conexão quanto em modo offline após baixar o conteúdo para o aparelho.

A imagem será em alta definição, garantindo boa qualidade mesmo se o conteúdo for reproduzido em telas grandes. O serviço está disponível a partir de hoje, exclusivamente para clientes móveis pré e pós-pago da Vivo, pelo valor de R$ 3,99 por semana ou R$ 12,90 por 30 dias.

O presidente da Vivendi, Dominique Delport, observou que 60% dos usuários de smartphones costumam ver vídeos curtos diariamente, mas não há nenhuma produção de alta qualidade dedica exclusivamente a esse setor.

"Queremos criar uma nova cultura pop", afirmou o executivo, durante apresentação à imprensa, nesta segunda-feira, em São Paulo. "Nosso foco é conteúdo curto, de alta qualidade e que não tenha tido exibições. Quem quiser ver o conteúdo terá que acessar o aplicativo", frisou citando que os usuários poderão escolher séries, documentários e produções musicais, que serão acrescentados gradualmente ao acervo virtual.

A Vivendi investiu US$ 40 milhões no desenvolvimento do aplicativo e, principalmente, nas produções cinematográficas. Neste primeiro momento, há cerca de 15 séries disponíveis.

Toda semana será lançada uma nova série ou nova temporada. As produções estarão disponíveis em diversos idiomas como português, inglês, espanhol e francês.

Um dos destaques é a série brasileira produzida para o aplicativo, chamada "Crime Time: Hora de Perigo" baseada em fatos reais. Filmada no Rio de Janeiro e São Paulo, ela conta a história de um político e apresentador de TV julgado por "encomendar" crimes.

O Brasil foi escolhido pela Vivendi para o lançamento mundial do aplicativo. Segundo Delport, essa decisão está relacionada à boa capilaridade da parceira Vivo no País, além de ser um mercado considerado receptivo a novas tecnologias.

O executivo observou também que o Brasil ainda não tem uma grande difusão da TV paga entre a população, o que dá maior abertura para a entrada no mercado de filmes e séries.

Ainda neste ano, o Studio+ chegará a Argentina, Chile, Peru e México, países onde a Vivendi tem parceria com a Movistar. Na sequência, o aplicativo chegará aos Estados Unidos, Europa e Ásia, onde os parceiros da Vivendi ainda estão sendo definidos. Na Itália, será a Telecom Italia.

No Brasil, a exclusividade da Vivo com a comercialização do aplicativo será de três anos. Para o presidente da operadora, Amos Genish, a expectativa é de uma difusão gradual e consistente.

"O Studio+ é um produto novo, com qualidade enorme para os dispositivos móveis. Ainda pode levar algum tempo para disseminar e para as pessoas começarem a comentar sobre as séries e filmes, mas vai acontecer", disse. "Eu acredito, pessoalmente, que será o Netflix do mobile", completou o executivo.

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