Negócios

UBS tem forte resultado no segmento de private banking

O maior banco da Suíça acrescentou o private banking de 7,4 bilhões de dólares em novos ativos no primeiro trimestre e aumentou as margens

O lucro líquido do UBS no primeiro trimestre caiu para 827 milhões de francos suíços, ante 1,81 bilhão de francos suíços um ano antes (Cate Gillon/Getty Image)

O lucro líquido do UBS no primeiro trimestre caiu para 827 milhões de francos suíços, ante 1,81 bilhão de francos suíços um ano antes (Cate Gillon/Getty Image)

DR

Da Redação

Publicado em 2 de maio de 2012 às 07h45.

Zurique - O UBS anunciou nesta quarta-feira fortes resultados trimestrais no segmento de private bank, ressaltando o apelo do banco suíço para como porto-seguro de riquezas e fortalecendo a estratégia da companhia.

O maior banco da Suíça, que está reduzindo o banco de investimento depois das grandes perdas na crise de crédito e se focando em private banking, acrescentou nesta última unidade de 6,7 bilhões de francos suíços (7,4 bilhões de dólares) em novos ativos no primeiro trimestre e aumentou as margens.

Sob a gestão do presidente-executivo Sergio Ermotti, o UBS está encolhendo seu balanço para ajudar a atender às novas exigências de capital da Suíça para tornar os bancos do país mais fortes depois da crise financeira.

O banco se disse a caminho de atingir 2 bilhões de francos suíços em corte de custos até o fim de 2013.

O lucro líquido do UBS no primeiro trimestre caiu para 827 milhões de francos suíços, ante 1,81 bilhão de francos suíços um ano antes. Analistas em média esperavam 1,11 bilhão de francos suíços, segundo uma pesquisa da Reuters.

O banco cortou os ativos de risco em quase 30 bilhões de francos suícos no trimestre, depois de 20 bilhões no anterior, ficando à frente da meta de cortes para este ano.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasBancosPaíses ricosEuropaSuíçaLucroFinançasEmpresas suíçasUBSbancos-de-investimento

Mais de Negócios

A estratégia em três passos para empreendedores saírem do modo de sobrevivência

Empresa de SC fatura R$ 500 milhões, turbina comando e acelera expansão

Menos confiança, mais risco: CEOs entram em 2026 sob pressão, diz pesquisa da PwC

Empresa americana chega ao Brasil e mira 25% das grandes empresas até 2026