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Todas as operadoras deveriam participar do leilão de banda larga, diz Valente

Para o presidente da Telefônica, aumento de competidores não trará, necessariamente, melhores serviços

Valente, da Telefônica: sem perder clientes no primeiro trimestre (.)

Valente, da Telefônica: sem perder clientes no primeiro trimestre (.)

Tatiana Vaz

Tatiana Vaz

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h39.

São Paulo - O leilão de banda larga, que acontecerá neste segundo semestre, deveria envolver de maneira justa tanto as empresas de telefonia que já operam no país, quanto as novas entrantes interessadas em atuar no segmento. É isso o que defende Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica no Brasil.

"Acredito que o governo deveria abrir condições iguais para todos participarem", afirmou ao site de EXAME. Valente participou, na noite desta segunda-feira (5/7), da cerimônia de premiação de MELHORES E MAIORES de EXAME. A Telefônica foi escolhida a melhor empresa do setor de telecomunicações.

"Ter um número maior de concorrentes não irá necessariamente gerar melhoria de serviço, e acredito que as empresas que atuam hoje no setor têm comprometimento para participar", afirmou.

Em 2009, a Telefônica investiu cerca de 2,2 bilhões de reais em melhorias de infraestrutura. Como resultado desses esforços, chegou ao final do ano com 75% da participação do mercado de assinantes de telefonia fixa, e 65% de participação do setor de banda larga.

"Este ano tem sido muito positivo, e não esperamos um crescimento abaixo do obtido no ano passado", disse Valente. "Chegamos ao primeiro trimestre sem perder número de assinantes de telefonia fixa, um índice louvável em um setor como o de telefonia."
 

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