Negócios

Telefônica contrata Goldman para listagem em bolsa da Atento

A companhia espanhola afirmou em fevereiro que estudava uma possível oferta pública para venda da Atento Inversiones y Teleservicios

Call center da Telefônica tinha em 2010 cerca de 150 mil funcionários depois de aumentar sua folha de pessoal em cerca de 10%. O principal mercado da empresa é o Brasil. (Lia Lubambo/EXAME)

Call center da Telefônica tinha em 2010 cerca de 150 mil funcionários depois de aumentar sua folha de pessoal em cerca de 10%. O principal mercado da empresa é o Brasil. (Lia Lubambo/EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de março de 2011 às 08h55.

Madri - A Telefônica deu mandato ao banco Goldman Sachs para a listagem de sua unidade de centrais de atendimento a clientes Atento, disse nesta segunda-feira uma fonte próxima da operação.

Não houve mais detalhes imediatos, mas a companhia espanhola afirmou em fevereiro que estudava uma possível oferta pública para venda da Atento Inversiones y Teleservicios.

A Atento teve faturamento de 1,663 bilhão de euros em 2010, um incremento de 25,9 por cento sobre o ano anterior. O Ebitda somou 190 milhões de euros.

Uma analista de Madri comentou que o valor de mercado da Atento oscila entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de euros.

"Creio que um valor de 1,5 bilhão de euros, ou seja, de 7,9 vezes o Ebitda do ano passado, seria razoável, mas também temos visto avaliações mais otimistas", disse ela.

A unidade de call center da Telefônica tinha em 2010 cerca de 150 mil funcionários depois de aumentar sua folha de pessoal em cerca de 10 por cento. O principal mercado da empresa é o Brasil.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas espanholasServiçosAmérica LatinaEuropaPiigsTelecomunicaçõesDados de BrasilTelefônicaFusões e AquisiçõesEspanha

Mais de Negócios

Ele foi de vendedor de seguros a CEO de marca milionária com essa aposta financeira

Miojo proteico? Esta paraibana fatura R$ 30 milhões com macarrão instantâneo saudável

A aposta deste banco digital para emprestar R$ 1 bilhão: abrir 100 agências físicas

Aos 11, ele já estava no chão de fábrica. Aos 61, é CEO de um negócio milionário