Negócios

TAM e LAN ganham prêmio de melhores companhias aéreas

Companhias aéreas receberam o primeiro e o segundo lugar na categoria "Melhor Companhia Aérea da América do Sul"

Aviões da TAM: companhia recebeu o segundo lugar no prêmio de Melhor Companhia Aérea da América do Sul (Bloomberg)

Aviões da TAM: companhia recebeu o segundo lugar no prêmio de Melhor Companhia Aérea da América do Sul (Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de julho de 2014 às 21h04.

Bogotá - As companhias aéreas LAN e TAM receberam o primeiro e o segundo lugar na categoria "Melhor Companhia Aérea da América do Sul" dos prêmios World Airline Survey, informou nesta terça-feira a Latam Airlines Group, associação formada pelas duas companhias.

Os prêmios foram anunciados durante o Farnborough Air Show, a feira do ar mais importante do Reino Unido.

A LAN também recebeu o prêmio de "Melhor Serviço da América do Sul".

O presidente do diretório da Latam Airlines Group, Mauricio Amaro, afirmou que 'os prêmios refletem a opinião de passageiros experientes', e considerou que essa é a maior motivação que podem receber.

Os prêmios e a pesquisa World Airline Survey, realizados anualmente pela empresa inglesa de estudo de mercado SkyTrax, são considerados a principal ferramenta de referência sobre os níveis de satisfação dos passageiros das linhas aéreas no mundo.

Mais de 18 milhões de usuários de 160 nacionalidades avaliaram a 245 companhias aéreas, segundo o comunicado.

A Latam Airlines Group, é resultado da fusão entre LAN e TAM, que aconteceu em 2011, quando se tornaram a maior companhia aérea da América Latina.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasSetor de transporteServiçosAviaçãocompanhias-aereasTAMLAN

Mais de Negócios

Na era da IA, dados de baixa qualidade tiram sua empresa do jogo

Vai abrir uma franquia? Veja seis pontos que você deve analisar antes de investir

O que está em jogo entre Brasil e Noruega no campo dos negócios

Gigante de energéticos do interior de SC compra fatia de marca de Felipe Titto rumo a R$ 2,5 bilhões