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Seis meses para mudar a Bunge

É esse o prazo que o executivo Pedro Parente tem para concluir uma transformação radical na Bunge do Brasil - a integração de duas operações que trabalham de forma independente há quase um século

Parente, presidente da Bunge do Brasil: mudança no estilo "organização base zero" (.)

Parente, presidente da Bunge do Brasil: mudança no estilo "organização base zero" (.)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 04h10.

Uma medida aparentemente burocrática marcou o início de uma profunda mudança na Bunge, em fevereiro. A partir da primeira segunda-feira daquele mês, o ex-ministro Pedro Parente, que acabara de assumir o então recém-criado cargo de presidente da Bunge do Brasil, passou a reunir pela primeira vez num só encontro semanal os principais executivos da Bunge Alimentos e da Bunge Fertilizantes no escritório da companhia, na zona sul de São Paulo. A medida adotada por Parente foi o prenúncio de uma revisão radical pela qual passaria o grupo. No dia 24 de março, um comunicado interno anunciou a extinção dos cargos de presidente da Bunge Alimentos e da Bunge Fertilizantes (como antecipou o Portal EXAME). Os executivos Sérgio Waldrich e Mário Barbosa, que ocupavam as duas presidências, passaram a compor o conselho consultivo da companhia. A decisão encerrou uma relação de independência centenária - desde que, em 1905, a Bunge iniciou suas operações no Brasil com a Moinho Santista. A integração entre as duas empresas deverá estar completa até junho. "Vamos seguir o estilo que passamos a chamar de 'organização base zero' ", diz Parente. "Em outras palavras, o resultado será uma companhia bem diferente das duas originais."

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