Negócios

Rede Casino compra mais 3,3% do Pão de Açúcar

Participação total da varejista francesa foi para 37% do grupo de Abilio Diniz

Nas últimas semanas, a imprensa afirmou que Abílio Diniz e outra grande varejista francesa, o Carrefour, iniciaram conversas sobre uma possível união entre as duas empresas (Divulgação)

Nas últimas semanas, a imprensa afirmou que Abílio Diniz e outra grande varejista francesa, o Carrefour, iniciaram conversas sobre uma possível união entre as duas empresas (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de junho de 2011 às 08h36.

Paris - A rede varejista francesa Casino Guichard-Perrachon informou hoje que aumentou sua participação no Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição, ou CBD) para 37%, depois de comprar mais 3,3% das ações da empresa brasileira no mercado. Em comunicado enviado ao órgão regulador do mercado da França, o Casino informou que a operação mostra seu compromisso e sua confiança na equipe de administração do Grupo Pão de Açúcar.

O Pão de Açúcar é controlado conjuntamente pelo Casino e pela família Diniz por meio de uma companhia controladora chamada Wilkes, na qual cada um dos dois acionistas possui 50% de participação. Um acordo assinado pelo Casino e pela família Diniz dá à empresa francesa a opção de comprar a fatia da família Diniz em 2012.

Nas últimas semanas, a imprensa brasileira e a francesa vêm afirmando que Abílio Diniz e outra grande varejista francesa, o Carrefour, iniciaram conversas sobre uma possível união entre as duas empresas. Os principais concorrentes do Grupo Pão de Açúcar no Brasil são o Carrefour e o Walmart. As informações são da Dow Jones.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasComércioSupermercadosVarejoCarrefourEmpresas francesasPão de AçúcarFusões e AquisiçõesCasino

Mais de Negócios

Ela foi obesa e emagreceu com a própria dieta. Agora, fatura milhões com marmita fitness

A TV aberta que se cuide: ele fatura R$ 40 milhões com uma emissora no YouTube

+Pet une plano de saúde e hospital próprio após fusão e mira R$ 155 milhões

Ele transforma imóveis ‘sob pressão’ em dinheiro sem precisar vender — e mira R$ 230 milhões