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Queda em investimentos reflete produtividade, diz Vale

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, lembrou que desde o início da sua gestão teve como lema disciplina de alocação de capital e austeridade


	Vale: no primeiro semestre, a empresa investiu 36% de seu orçamento para o ano
 (Anderson Schneider/VEJA)

Vale: no primeiro semestre, a empresa investiu 36% de seu orçamento para o ano (Anderson Schneider/VEJA)

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Da Redação

Publicado em 31 de julho de 2014 às 16h39.

São Paulo e Rio - A razão para um possível menor volume de investimentos pela Vale em 2014 será uma maior produtividade e eficiência, afirmou o diretor-executivo de Finanças e RI da mineradora, Luciano Siani, nesta quinta-feira, 31.

Em resposta a jornalistas, o executivo afirmou que qualquer economia feita pela empresa não virá da decisão de cancelar ou postergar nenhum projeto.

"Não deixamos de fazer nada. Estamos fazendo melhor", disse Siani.

No primeiro semestre, a Vale investiu 36% de seu orçamento para o ano.

O presidente da Vale, Murilo Ferreira, lembrou que desde o início da sua gestão teve como lema disciplina de alocação de capital e austeridade.

"Fazer mais com menos é nosso lema diário", disse.

Produção

A meta de produção da Vale, de 312 milhões de toneladas de minério de ferro em 2014, é o número "mínimo", afirmou o presidente da mineradora.

"Sempre contamos com esforço dos nossos times para superar esses números", afirmou Ferreira, em teleconferência.

Segundo José Carlos Martins, diretor-executivo de Ferrosos e Estratégia da Vale, no segundo semestre, deverá ocorrer maior equilíbrio de oferta e demanda de minério de ferro. Esse equilíbrio poderá levar minério para preços um pouco melhores.

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