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Prevent quer quatro novas aquisições até março

O grupo comandado por investidores da Bósnia adotou no Brasil estratégia de adquirir fabricantes locais de estruturas de bancos

Prevent: grupo comandado por investidores da Bósnia adotou no Brasil estratégia de adquirir fabricantes locais de estruturas de bancos (Jefferson Bernardes/Getty Images)

Prevent: grupo comandado por investidores da Bósnia adotou no Brasil estratégia de adquirir fabricantes locais de estruturas de bancos (Jefferson Bernardes/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 7 de janeiro de 2017 às 11h50.

Última atualização em 17 de julho de 2020 às 18h02.

São Paulo - Com o fim do contrato da Volkswagen, o grupo Prevent, que tinha cinco fábricas no Brasil que dedicavam a maior parte da produção à montadora, concentrará suas atividades em uma única unidade, em Araçariguama (SP). Do total de 1,2 mil funcionários, ficarão 85.

O grupo comandado por investidores da Bósnia adotou no Brasil estratégia de adquirir fabricantes locais de estruturas de bancos, entre os quais Keiper, Mardel, Cavelagni e Fameq.

Tornou-se assim fornecedor exclusivo da Volkswagen, que ficava com 85% de sua produção. Também é fornecedor da Fiat (tem duas plantas em Minas Gerais) e de fabricantes de bancos.

Segundo Marino Mantovani, presidente do Prevent, o grupo mantém seu interesse no mercado brasileiro e busca novos clientes.

Além disso, negocia a compra de outras empresas. "Até março deveremos fazer quatro aquisições", informa Mantovani. Ele admite que a briga comercial com a Volkswagen prejudica a imagem da empresa, mas acredita que isso não vai atrapalhar novos negócios.

A Volks alega que o Prevent pedia reajustes de preços fora do que previa os contratos e suspendia entregas, obrigando-a a parar a produção.

A Fiat teve problema semelhante, mas as partes chegaram a um entendimento, assim como a Volkswagen da Alemanha. O Prevent, por sua vez, diz que a montadora é que não cumpria acordos.

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