Negócios

Petrobras reduz meta de produção de petróleo até 2016

O objetivo agora é chegar a 2,5 milhões de barris diários em 2016 e a 4,2 milhões em 2020

Graça Foster: “historicamente, a Petrobras não cumpre suas metas de produção", admitiu a presidente da estatal ao justificar a alteração para metas mais "realistas" (Agência Petrobras/Divulgação)

Graça Foster: “historicamente, a Petrobras não cumpre suas metas de produção", admitiu a presidente da estatal ao justificar a alteração para metas mais "realistas" (Agência Petrobras/Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de junho de 2012 às 10h03.

Rio de Janeiro - No Plano de Negócios 2012-2016, apresentado hoje (25), a Petrobras decidiu reduzir a meta de crescimento da produção de petróleo em relação ao plano anterior, do ano passado. Se no plano 2011-2015, os objetivos eram chegar a 3,07 milhões de barris por dia em 2015 e a 4,91 milhões em 2020, no novo planejamento as metas são mais realistas: 2,5 milhões de barris diários em 2016 e 4,2 milhões em 2020.

“Historicamente, a Petrobras não cumpre suas metas de produção. Essa tem sido a leitura e o discurso de muitos. E nosso discurso dentro da nossa companhia. Verificamos exatamente que nesses oito planos de negócios, não temos cumprido nossa meta de produção. Temos, como uma de nossas conclusões que nosso plano esteja sendo trabalhado em metas ousadas, que se mostraram ano a ano metas não realistas”, disse a presidenta da empresa, Graça Foster.

Para o ano passado, por exemplo, a meta era 2,1 milhão barris por dia, mas a Petrobras conseguiu produzir uma média de apenas 2,02 milhão.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoIndústria do petróleoEnergiaIndústriaCombustíveis

Mais de Negócios

‘Sou a favor da abertura de mercados’, diz CEO da Cacau Show sobre acordo entre Mercosul e UE

Cinco tipos de negócios promissores para começar em 2026, segundo investidores e analistas

Essa startup quer acabar com o caos do reembolso — e já movimentou R$ 400 milhões em crédito

CEO da empresa mais valiosa do mundo ganha R$ 13,5 bilhões em um dia