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Petrobras não tem "preconceito" de minoria em refinaria

Estatal negocia com a chinesa Sinopec a participação acionária que cada uma terá eventualmente no empreendimento no Maranhão


	Graça Foster: presidente da companhia viajou à China para falar com executivos do país sobre o leilão de Libra e refino
 (Wilson Dias/ABr)

Graça Foster: presidente da companhia viajou à China para falar com executivos do país sobre o leilão de Libra e refino (Wilson Dias/ABr)

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Da Redação

Publicado em 27 de setembro de 2013 às 20h41.

Rio de Janeiro - A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, viajou à China para falar com executivos do país sobre o leilão de Libra e refino, em conversas que poderão ainda atrair para a estatal um parceiro majoritário no seu projeto de refinaria no Maranhão.

A estatal brasileira negocia com a chinesa Sinopec a participação acionária que cada uma terá eventualmente no empreendimento, disse Graça Foster nesta sexta-feira.

"A Petrobras não tem preconceito em ser minoritária", afirmou a jornalistas, na sede da companhia, no Rio de Janeiro.

Já as negociações com a GS Energy, ligada ao conglomerado sul-coreano GS para a refinaria do Ceará, por sua vez, não avançaram, segundo Graça Foster, como a CEO da Petrobras prefere ser chamada.

A presidente da estatal confirmou nesta sexta-feira que motivou as empresas chinesas a participar do leilão de Libra, conforme antecipou a Reuters.

Ela disse ainda que se sente segura para explorar a área de Libra, pois tem conhecimento farto na região do cluster do pré-sal de Santos.

O governo vai leiloar a área de Libra, considerada da maior reserva do Brasil, em 21 de outubro.

Produção

Os projetos do pré-sal que já estão em andamento deverão garantir à Petrobras um expressivo aumento na produção nos próximos anos, prevê a companhia.

Para Graça, as ações da companhia ainda não refletem o potencial da empresa porque o aumento na produção de petróleo não ocorreu no prazo previsto no passado.

Ela disse ainda que a produção da empresa ficou acima da meta em alguns dias de setembro, e que o resultado operacional da empresa está "muito bom" no terceiro trimestre.

A presidente da Petrobras descartou a iminência de um reajuste de combustíveis, embora tenha admitido que há defasagem de preços entre valores praticados no Brasil e no exterior.

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