Negócios

Panasonic vai vender fábricas de montagem de chips na Ásia

Companhia quer concluir o acordo até o começo de fevereiro


	Panasonic: três fábricas que serão vendidas à Utac na Indonésia, Malásia e Cingapura agregam a maioria dos 6.000 empregados das operações estrangeiras de chips da empresa
 (Getty Images)

Panasonic: três fábricas que serão vendidas à Utac na Indonésia, Malásia e Cingapura agregam a maioria dos 6.000 empregados das operações estrangeiras de chips da empresa (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de março de 2014 às 13h11.

Tóquio - A Panasonic planeja vender três fábricas de montagem de chips no sudeste asiático à United Test and Assembly Center (Utac) , de Cingapura, disseram fontes familiarizadas com o assunto nesta sexta-feira, como parte da reorganização mundial da Panasonic.

A Panasonic quer concluir o acordo até o começo de fevereiro, mas detalhes finais incluindo o preço do negócio ainda não foram acertados. A empresa também está ponderando o que fazer com duas outras fábricas de montagem de chips em Xangai e Suzhou, na China, acrescentaram as fontes, dizendo que a Panasonic pode vender ou fechar estas fábricas.

Um porta-voz da Panasonic disse apenas que a empresa estava considerando várias opções e que nada havia sido decidido.

A fabricante de eletrônicos para consumidores, que registrou 15 bilhões de dólares em prejuízos líquidos nos últimos dois anos fiscais até março de 2013, tem vendido ou fechado negócios deficitários e concentrado o foco em linhas mais promissoras e direcionadas a clientes industriais, como o fornecimento de baterias e componentes para montadoras.

As três fábricas que serão vendidas à Utac na Indonésia, Malásia e Cingapura agregam a maioria dos 6.000 empregados das operações estrangeiras de chips da Panasonic. A notícia foi dada primeiro pelo jornal de negócios Nikkei.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas japonesasempresas-de-tecnologiaFábricasPanasonicacordos-empresariaisChips

Mais de Negócios

Dia Livre de Impostos mostra peso da tributação no bolso dos brasileiros

Como uma tecnologia uruguaia faz o cartão da Caixa dar 30% de desconto no arroz e no feijão

A empresa que cortou 52 segundos de delay no streaming para faturar mais na Copa do Mundo

Ele trocou 700 funcionários por IA. Agora, vai faturar R$ 130 milhões com call centers virtuais