Negócios

ONG vira acionista da Prada para denunciar uso de couro

A PETA não informou quantas ações comprou, mas explicou que virou acionista por conta de uma investigação sobre produtos de couro


	Prada: a PETA não informou quantas ações comprou, mas explicou que virou acionista por conta de uma investigação sobre produtos de couro
 (Bobby Yip / Reuters)

Prada: a PETA não informou quantas ações comprou, mas explicou que virou acionista por conta de uma investigação sobre produtos de couro (Bobby Yip / Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de abril de 2016 às 13h44.

Priorizar nos meus resultados Google

A organização de defesa dos direitos dos animais PETA virou acionista da marca de luxo Prada para estar presente nas assembleias gerais e poder pedir o fim da venda de produtos feitos com couro de avestruz.

A PETA não informou quantas ações comprou, mas explicou que virou acionista depois que uma investigação revelou que para fazer produtos de couro, a Prada usa aves de apenas um ano, e que morrem depois de receber uma descarga elétrica ou serem degoladas.

Contactada pela AFP, a Prada não quis fazer comentários.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas italianasONGsPradaAcionistas

Mais de Negócios

Milky Moo tem 600 lojas fora da escala 6x1. 'É possível buscar ganhos de produtividade', diz CEO

Ex-CEO da Dr. Peanut e influenciador desafiam Nutella com nova marca de creme saudável

Rumo ao R$ 1,5 bilhão: depois do açaí, Grupo The Best aposta em sorvete proteico

O pai vendia ração no interior. Hoje, a indústria da família faz R$ 75 milhões com cercas para gado