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Oi será protagonista de consolidação no Brasil, diz Gontijo

Para presidente interino, consolidação é necessária para fazer frente ao volume de investimentos demandados para expansão da cobertura e da qualidade das redes

São Paulo - O presidente interino da Oi, Bayard Gontijo, fez nesta terça-feira, 14, sua primeira aparição em um evento público após assumir o posto na semana passada com a renúncia de Zeinal Bava.

Em breve palestra sobre o mercado de telecomunicações, o executivo defendeu o processo de consolidação no Brasil e afirmou que a companhia terá participação de destaque nesse movimento.

"A Oi será protagonista do processo de consolidação no Brasil", afirmou.

"Todos os players querem e se mobilizam para isso. Então, acredito que é questão de tempo (para a consolidação ocorrer)."

Gontijo argumentou que a consolidação é necessária para fazer frente ao forte volume de investimentos demandados para expansão da cobertura e da qualidade das redes, situação agravada no Brasil pelas dimensões geográficas.

Ele também disse que os preços estão "reprimidos" por conta do ambiente de forte concorrência. "É necessária uma rodada de consolidação para corrigir isso", apontou.

Reestruturação da companhia

Gontijo admitiu que a companhia possui um nível elevado de alavancagem, mas que esse problema já está sendo endereçado dentro do processo de reestruturação.

O executivo explicou que já estão em andamento planos de cortes de despesas operacionais, revisão de investimentos e venda de ativos.

Entre abril de 2013 e junho de 2014, a companhia negociou R$ 6,5 bilhões de ativos.

"Tem uma série de ativos que podem ser vendidos tanto aqui no Brasil quanto em Portugal", explicou, em palestra sobre o setor de telecomunicações.

Entre os ativos já vendidos ele mencionou, por exemplo, a negociação envolvendo torres da companhia no ano passado.

Em relação à ausência da Oi no leilão do 4G, Gontijo disse que a companhia tem feito um rebalanceamento da aplicação do capital, buscando mais equilíbrio entre os retornos de curto e longo prazos.

Como a faixa de 700 MHz pode ser compensada por outras faixas já detidas e pelo compartilhamento de redes, a operadora optou por ficar de fora do leilão, disse o executivo.

"Precisamos ter eficiência nos investimentos, com maior análise de demanda e de concorrência, definindo nossas prioridades de capex (investimentos). Não é questão de não ter dinheiro para investir, mas de ter inteligência nos investimento", justificou.

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