Negócios

OGX declara comercialidade de parte do campo de Waimea

A empresa do empresário Eike Batista apresentou à ANP declaração de comercialidade de parte do Complexo de Waimea

Equipe de exploração da OGX: empresa negocia vendas na Bacia de Campos (André Valentim/EXAME)

Equipe de exploração da OGX: empresa negocia vendas na Bacia de Campos (André Valentim/EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de maio de 2012 às 22h16.

Rio de Janeiro - A OGX, empresa de petróleo e gás do empresário Eike Batista, apresentou à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) declaração de comercialidade de parte do Complexo de Waimea, informou a empresa nesta segunda-feira.

A companhia propôs que essa área, contida no bloco BM-C-41, em águas rasas da Bacia de Campos, passe a ser denominada Campo de Tubarão Azul. A OGX tem 100 por cento de participação nestes blocos.

Segundo a OGX, "essa declaração de comercialidade apresentada à ANP, de parte do Complexo de Waimea (primeiro módulo de produção), ocorre após a avaliação dos resultados obtidos até então do Teste de Longa Duração (TLD), realizado através do poço OGX-26HP".

Os resultados mostraram as boas características de permoporosidade do reservatório, que possibilitam "um melhor detalhamento e elaboração do plano de desenvolvimento dessa área".

Assim, de acordo com a empresa, o plano de desenvolvimento que ainda será apresentado à ANP estima volume total recuperável de 110 milhões de barris de petróleo ao longo do período de concessão da fase de produção.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPetróleoIndústria do petróleoEnergiaCombustíveisOGpar (ex-OGX)ANP

Mais de Negócios

20 franquias baratas para quem quer deixar de ser CLT a partir de R$ 5.000

Velório de Henrique Maderite será aberto ao público em BH

Milky Moo quer crescer onde a loja não chega após faturar R$ 542 mi com milkshakes

Quais são os maiores shopping centers do Rio de Janeiro? Veja ranking