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O balanço da COP26 e os próximos passos na agenda de mudanças climáticas

CEOs e executivos de sustentabilidade discutem os resultados e caminhos das mudanças climáticas a partir da COP26

Após o encerramento da COP26, a Conferência das Partes, é preciso compreender quais ações serão tomadas para atingir as metas acordadas, como a redução do desmatamento e das emissões de gases causadores do efeito estufa. Neste cenário, as empresas têm importante contribuição, tendo sido elas bastante ativas nos corredores da COP26.

Sobre os fatos ocorridos em Glasgow, na Escócia, e as expectativas de futuro, os executivos Cristiano Teixeira, CEO da Klabin, Guilherme Weege, CEO da Malwee, Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade de Marfrig e Mariana Oiticica, co-head ESG & Impacto no BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME) conversaram em painel mediado por Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global.

Em um dos compromissos, por exemplo, países anunciaram acordo para reduzir emissões de metano em 30% até 2030, estando o Brasil incluso.

“Para a pecuária, quando a gente fala de desmatamento, isto se complementa com o acordo do metano. Na Marfrig, desde o início de 2020, já vinhamos trabalhando no desafio de redução do metano, com critérios baseados na ciência. Assim, temos a informação de todos os fornecedores de como ele está para colhermos amostras e quantificar isto”, diz Pianez.

Para o mercado de carbono, criado a partir da COP26, também será preciso metrificação de informações. “O mercado de carbono, do qual somos a favor, tem um papel de punir o que não investe e premiar o que investe, mas a gente sempre defendeu a contabilidade fidedigna do que for comercial em crédito de carbono", diz Teixeira.

Para a transformação dos mercados, o setor financeiro precisa estar altamente incluído. “A gente ajuda os clientes a investir ou fazer a transição para uma economia mais limpa. Para isto, identificamos os que as empresas têm de enfrentar, quais são os desafios e os melhores caminhos”, diz Oiticica.

O consumidor também não fica de fora, sendo um agente cada vez mais ativo para a mudança. “Investimos há décadas na sustentabilidade, e percebemos que quando os consumidores começaram a se interessar pelo tema, as marcas não estavam preparadas, sendo que algumas delas fizeram ações rápidas e acabaram indo para o lado do greenwashing. É preciso consistência", disse Weege.

Assista ao vídeo com a conversa completa.

 

EXAME na COP26

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC) é um tratado internacional com o objetivo de estabilizar as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera.

Uma das principais tarefas da COP é revisar as comunicações nacionais e os inventários de emissões apresentados por todos os países-membros e, com base nessas informações, avaliar os progressos feitos e as medidas a ser tomadas.

Para além disto, líderes empresariais, sociedade civil e mais, se unem para discutir suas participações no tema. Neste cenário, a EXAME atua como parceira oficial da Rede Brasil do Pacto Global, da Organização das Nações Unidas.

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