Negócios

Preços de produtos petroquímicos começam a recuar, após furacões

Após a passagem dos furacões Katrina e Rita, cotações dos produtos petroquímicos começam a cair de patamar

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de agosto de 2011 às 13h38.

Os furacões Katrina e Rita, que atingiram o Golfo do México nas últimas semanas e puseram em risco importantes instalações de produção e refino de petróleo, causaram reações mais moderadas que as previstas nas cotações dos produtos petroquímicos. O Rita, por exemplo, elevou o preço da nafta a quase 600 dólares por tonelada nos mercados de Amsterdã, Roterdã e Antuérpia referências para o setor. Mas recuou rapidamente a 580 dólares nos dias seguintes, um patamar ainda elevado, diz relatório do Espírito Santo Research (BES).

Já as cotações das principais commodities petroquímicas, como o polietileno e o polipropileno, permaneceram praticamente estáveis durante o período, com preços de venda de 615 a 660 dólares por tonelada, em média. Além disso, os mercados asiáticos continuaram apresentando preços menores que os americanos e europeus, beneficiados por insumos mais baratos e mais protegidos de especulações.

Segundo o BES, a indústria petroquímica mostrou-se capaz de manter suas margens mesmo num cenário adverso. Nos próximos meses, porém, uma melhora significativa da rentabilidade do setor dependerá do ritmo de recuperação da capacidade de refino americana e do recuo dos preços do petróleo.

Acompanhe tudo sobre:Desastres naturaisFuracõesCommodities

Mais de Negócios

Aos 25 anos, médico criou uma startup para saúde masculina que vai do tratamento capilar à Ozempic

Com Prioli, Longo e Karnal, evento Senior Experience espera 2 mil executivos em SP

Ela estava no 'dia 1' como analista. Agora é CEO — e quer triplicar a receita

Café, coworking e sala de jogos: academia do Rio fatura R$ 40 milhões com mimos