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Metalúrgicos da Embraer rejeitam proposta de reajuste

A companhia fez uma proposta de 6,07% de reajuste


	Turbina de avião da Embraer: os trabalhadores reivindicam, principalmente, 13,5% de reajuste e a redução da jornada de 43 para 40 horas semanais
 (Matthew Lloyd/Bloomberg)

Turbina de avião da Embraer: os trabalhadores reivindicam, principalmente, 13,5% de reajuste e a redução da jornada de 43 para 40 horas semanais (Matthew Lloyd/Bloomberg)

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Da Redação

Publicado em 26 de setembro de 2013 às 14h06.

São Paulo - Os metalúrgicos da Embraer rejeitaram nesta quinta-feira, 26, a proposta de 6,07% de reajuste feita pela companhia. Cerca de 3 mil trabalhadores participaram da assembleia na entrada do primeiro turno, pela manhã, e atrasaram em uma hora o início da produção na fábrica, em São José dos Campos (SP).

Os trabalhadores reivindicam, principalmente, 13,5% de reajuste e a redução da jornada de 43 para 40 horas semanais. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, a proposta de 6,07% equivale apenas à reposição da inflação.

Na assembleia, os metalúrgicos criticaram ainda a Embraer pela suspensão de dois dias do vice-presidente do sindicato Herbert Claros da Silva, entre os 24 e 25 de setembro, durante a mobilização. "A Embraer não pode limitar a atuação do sindicato. Por isso, insistimos no direito à comissão de fábrica, que já é realidade em várias outras empresas", informou Herbert.

Os trabalhadores da MWL, em Caçapava (SP), e Parker Hannifin e Emerson, em Jacareí (SP), continuam em greve por tempo indeterminado.

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