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Maersk fará baixa contábil de US$1,7 bi por ativos no Brasil

O grupo dinamarquês justifica que os resultados de avaliação de perfuração ficaram no piso das expectativas


	Grupo dinamarquês A.P. Moeller-Maersk
 (Palle Hedemann/AFP)

Grupo dinamarquês A.P. Moeller-Maersk (Palle Hedemann/AFP)

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Da Redação

Publicado em 8 de julho de 2014 às 07h55.

Copenhagen - O grupo dinamarquês de petróleo e transporte A.P. Moller-Maersk fará uma baixa contábil de 1,7 bilhão de dólares em alguns ativos de petróleo que comprou no Brasil, dizendo que os resultados de avaliação de perfuração ficaram no piso das expectativas.

A empresa, que comprou fatias em três blocos de exploração brasileiros da SK Energy por 2,4 bilhões de dólares em 2011, disse nesta terça-feira que registrará o encargo nos resultados do segundo trimestre.

A Maersk Oil comprou as fatias em um momento em que o cenário para a indústria e os preços de petróleo eram mais favoráveis do que hoje.

"Nós adaptamos nossa estratégia à situação que vemos hoje, mas é obviamente insatisfatório que os volumes de petróleo nos campos adquiridos de Itaipu e Wahoo após avaliações tenham se mostrado no piso das nossas expectativas originais", disse o presidente-executivo do grupo, Nils Smedegaard Andersen, em um comunicado.

O grupo disse que sua meta de lucro para o ano permanece em cerca de 4 bilhões de dólares.

A empresa também disse que a mudança nos ativos brasileiros não terá impacto nos planos de produção de longo prazo da Maersk Oil.

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