Negócios

Glencore refinancia linha de crédito de US$ 8,45 bilhões

O refinanciamento antecipado significa que a Glencore não terá compromissos para refinanciar até maio de 2018, afirmou uma fonte


	Logo da Glencore: o refinanciamento antecipado significa que a Glencore não terá compromissos para refinanciar até maio de 2018
 (Gianluca Colla/Bloomberg)

Logo da Glencore: o refinanciamento antecipado significa que a Glencore não terá compromissos para refinanciar até maio de 2018 (Gianluca Colla/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de fevereiro de 2016 às 13h09.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - A gigante suíça de commodities e mineração Glencore vai refinanciar uma linha de crédito de US$ 8,45 bilhões antes do programado, em uma tentativa de convencer os investidores sobre sua capacidade de renegociar a pesada dívida durante o atual ciclo de queda nos preços das commodities.

A companhia informou que vai substituir a linha de crédito rotativo de US$ 8,45 bilhões existente, que expiraria em maio, por uma menor, de US$ 7,7 bilhões que não tem cláusulas financeiras e vai expirar dois anos mais tarde.

O refinanciamento antecipado significa que a Glencore não terá compromissos para refinanciar até maio de 2018, afirmou uma fonte.

Assim como outras mineradoras, a Glencore tem reestruturado agressivamente seus negócios para resistir à prolongada queda nos preços das commodities à medida que a demanda da China, a segunda maior economia do mundo, vai se enfraquecendo e a produção continua subindo após anos de grandes investimentos no setor.

Às 13h (de Brasília), as ações da Glencore negociadas na Bolsa de Londres subiam 14,38%.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas suíçasDívidas empresariaisCommoditiesGlencoreGlencore Xstrata

Mais de Negócios

O creme de R$ 20 que forçou a Skala a montar operação nos Estados Unidos

O que muda na gestão quando uma empresa chega a R$ 10 milhões

O Brasil tem energia, mas falta rede para transformar potencial em desenvolvimento

Ele aprendeu a costurar com a avó e hoje vende ternos de até R$ 45 mil para jogadores de futebol