Negócios

Gerdau nega relação com "negociações ilegais"

O grupo afirmou também que "nenhuma importância foi paga ou repassada aos escritórios externos do caso específico"


	Gerdau: grupo afirmou também que "nenhuma importância foi paga ou repassada aos escritórios externos do caso específico"
 (Gerdau)

Gerdau: grupo afirmou também que "nenhuma importância foi paga ou repassada aos escritórios externos do caso específico" (Gerdau)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de fevereiro de 2016 às 08h21.

São Paulo - Em nota divulgada ontem, o Grupo Gerdau informou que sempre fez uso de escritórios externos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), visando "o mais adequado assessoramento", de "estrita natureza técnica".

"Os contratos com esses escritórios externos, como outros que a Gerdau possui com prestadores de serviço, foram firmados com cláusula que determina absoluto respeito à legalidade, cujo descumprimento acarreta na imediata rescisão", disse o Grupo Gerdau no comunicado.

O grupo afirmou também que "nenhuma importância foi paga ou repassada aos escritórios externos do caso específico" e que os contratos foram rescindidos quando o nome dos prestadores de serviço foram vinculados a ilegalidades no Carf.

"A empresa jamais concedeu qualquer autorização para que seu nome fosse utilizado em pretensas negociações ilegais, repelindo veementemente qualquer atitude que tenha ocorrido com esse fim", acrescentou.

A reportagem não localizou na quinta-feira, 25, os ex-conselheiros do Carf Valmar Fonseca e Valmir Sandri, assim como os representantes das empresas Planeja Assessoria Empresarial e a Alfa Atenas Assessoria Empresarial.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas brasileirasSiderúrgicasSiderurgiaSiderurgia e metalurgiaGerdauOperação Zelotes

Mais de Negócios

A história do restaurante carioca que chegou aos EUA e deve crescer até 40% com a Copa do Mundo

A cada gol do Brasil na Copa, este bar de São Paulo dá um shot grátis — e espera faturar 10% a mais

O restaurante que quer fazer o cliente ficar 4 horas na mesa — e fatura R$ 170 milhões

A empresa mais antiga do Brasil tem escala 4x3 e já vê resultado: ‘Somos uma startup de 192 anos’