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Fusão de US Airways e American Airlines deve sair no 3º tri

A fusão de US$ 11 bilhões das empresas deve dar origem à maior companhia aérea do mundo


	American Airlines: a companhia aérea resultante da fusão com a US Airways deve manter a marca American Airlines
 (Getty Images)

American Airlines: a companhia aérea resultante da fusão com a US Airways deve manter a marca American Airlines (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 14 de fevereiro de 2013 às 15h10.

O executivo-chefe da US Airways, Doug Parker, disse nesta quinta-feira, em e-mail interno a funcionários, ao qual a Agência Estado teve acesso, que o processo de fusão da companhia com a American Airlines deve ser concluído no terceiro trimestre de 2013.

"Em termos de imediatos próximos passos, a transação deve ser aprovada pelo Tribunal de Falências dos EUA e está sujeita à aprovação dos acionistas da US Airways e dos órgãos reguladores. Esperamos que a fusão seja concluída no terceiro trimestre de 2013", afirmou ele.

Nesta quinta, as duas empresas anunciaram uma fusão de US$ 11 bilhões que vai criar a maior companhia aérea do mundo. De acordo com o CEO da US Airways, a nova aérea vai manter a marca American Airlines, que é conhecida globalmente. Não ficou explícito no e-mail se a nova companhia fará parte da aliança de companhias aéreas OneWorld, apesar de Parker ter dito que a empresa "vai fortalecer a conectividade com parceiras da aliança OneWorld". Atualmente, a US Airways faz parte da Star Alliance e a American, da OneWorld.

Ele afirmou ainda que a sede da nova companhia será em Dallas-Fort Worth, no Texas, ao mesmo tempo em que manterá uma significativa presença corporativa e operacional em Phoenix, no Arizona. Parker afirmou que a empresa vai oferecer mais de 6.700 voos diários para 336 destinos em 56 países e deve manter todos os hubs atualmente operados pela American Airlines e pela US Airways e expandir o serviço a partir desses centros. "A nova companhia vai ter a escala, a amplitude e a capacidade de competir de modo mais eficaz e rentável no mercado global", escreveu o CEO no e-mail.

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