Negócios

Funcionários da Lufthansa de Paris aceitam reduzir greve

Funcionário estão dispostos a reduzir o período para retomar as negociações sobre os planos da empresa de terceirizar operações terrestres

Homem assiste a um avião A320 da Airbus, da companhia aérea alemã Lufthansa, decolando do aeroporto de Berlim (Krisztian Bocsi/Bloomberg)

Homem assiste a um avião A320 da Airbus, da companhia aérea alemã Lufthansa, decolando do aeroporto de Berlim (Krisztian Bocsi/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de janeiro de 2014 às 15h40.

Frankfurt - Funcionários da companhia aérea Lufthansa no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, estão dispostos a reduzir o período de uma planejada greve de três dias que começou nesta sexta-feira para retomar as negociações sobre os planos da empresa alemã de terceirizar as operações terrestres.

Uma porta-voz da Lufthansa disse que a greve terminará no sábado de manhã, às 4h45 (1h45 no horário de Brasília). Ela disse que a paralisação nesta sexta-feira não havia afetado nenhum dos 17 voos diários da Lufthansa entre Paris e a Alemanha.

A Lufthansa, como outras companhias atingidas pela crise econômica na Europa e pelo aumento da concorrência com empresas aéreas de baixo custo e empresas do Golfo, está cortando custos para melhorar o lucro operacional anual em 1,5 bilhão de euros (2,1 bilhões de dólares).

Diariamente, a companhia opera entre 1.700 e 1.800 voos em todo o mundo.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasSetor de transporteAviaçãocompanhias-aereasEmpresas alemãsTransportesAeroportosGrevesLufthansa

Mais de Negócios

Como uma CEO transformou rejeição em US$ 36 milhões com finanças sob controle

Cacau Park: qual a previsão de abertura do parque? Investimento bilionário terá 70 atrações

10 anos, 3 fábricas e US$ 1,7 bilhão: como uma CEO multiplicou o valor do negócio da família

‘Vamos dobrar de tamanho até 2030’, diz CEO da Cacau Show, a caminho dos R$ 10 bilhões