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Fabricante da Nivea vê crescimento mais rápido de vendas

Beiersdorf vem dando foco a mercados emergentes e eliminando algumas linhas de baixo desempenho para recuperar o terreno perdido para rivais como a L'Oreal


	Potes do creme Nivea: Beiersdorf vem dando foco a mercados emergentes e eliminando algumas linhas de baixo desempenho para recuperar o terreno perdido para rivais como a L'Oreal
 (John Macdougall/AFP)

Potes do creme Nivea: Beiersdorf vem dando foco a mercados emergentes e eliminando algumas linhas de baixo desempenho para recuperar o terreno perdido para rivais como a L'Oreal (John Macdougall/AFP)

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Da Redação

Publicado em 13 de fevereiro de 2015 às 10h32.

Frankfurt/Hamburgo - A alemã Beiersdorf, dona da marca de cremes Nivea, espera que seu crescimento de vendas acelere em 2015, graças ao aumento da sua participação de mercado e capacidade de resistência das economias emergentes.

A Beiersdorf reorganizou seus negócios redesenhando o logotipo da Nivea, dando foco a mercados emergentes e eliminando algumas linhas de baixo desempenho para recuperar o terreno perdido para rivais como a francesa L'Oreal.

A companhia previu nesta sexta-feira que seu crescimento de vendas iria acelerar para entre 3 a 5 por cento este ano, ante 2,3 por cento em 2014, ajudado pela demanda por novos produtos, como suas loções Nivea para uso durante o banho e desodorantes Stress Protect.

O crescimento orgânico das vendas nas Américas desacelerou para 5,6 por cento em 2014, ante 9 por cento um ano antes, e o ritmo de expansão na região da África/Ásia/Austrália caiu para 9 por cento a partir de quase 20 por cento em 2013.

Mas a Beiersdorf, que está abrindo novas fábricas no México e na Índia em busca de crescimento para além da Europa, disse que ainda espera que mercados emergentes impulsionem o mercado de cosméticos neste ano.

O lucro antes de juros e impostos (Ebit) do grupo excluindo itens especiais cresceu 6 por cento no ano passado, a 861 milhões de euros, pouco acima de estimativa de analistas de 855 milhões em uma pesquisa da Reuters.

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