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Este é o motivo pelo qual Larry Ellison e Jeff Bezos já perderam mais de US$ 66 bilhões em 2026

Temores sobre bolha derrubam ações e expõem volatilidade na fortuna dos bilionários de tecnologia

JEFF BEZOS: Homem mais rico do mundo tem presença significativa em diversos setores da economia / David Ryder / Stringer

JEFF BEZOS: Homem mais rico do mundo tem presença significativa em diversos setores da economia / David Ryder / Stringer

Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 16h08.

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A promessa de que a inteligência artificial criaria uma nova era de riqueza acelerada para o setor de tecnologia começou 2026 sob pressão. Desde o início do ano, Larry Ellison e Jeff Bezos viram mais de US$ 66 bilhões desaparecerem de seus patrimônios combinados, à medida que investidores reavaliam avaliações infladas e riscos associados à corrida da IA.

Segundo dados do Índice de Bilionários da Bloomberg, Ellison foi o mais afetado, com uma perda de US$ 59,2 bilhões desde janeiro. Apenas nos dias seguintes a uma onda de vendas no setor, sua fortuna encolheu US$ 19 bilhões. Bezos também sentiu o impacto, com uma redução de US$ 14 bilhões em seu patrimônio. As informações são da Fortune.

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O efeito dominó no setor de software

A liquidação recente no mercado foi intensificada pelo lançamento de uma nova ferramenta jurídica de IA da Anthropic, o que ampliou preocupações sobre competição, margens e sustentabilidade de valores de mercado. O índice de software e serviços do S&P 500 recuou quase 4 por cento, aprofundando perdas no setor.

No acumulado do ano, pelo menos US$ 62 bilhões foram apagados do patrimônio líquido dos empreendedores mais ricos da indústria de software, de acordo com análise baseada no índice da Bloomberg.

Os fundadores da AppLovin registraram as maiores quedas proporcionais. O CEO Adam Foroughi perdeu 31 por cento de sua fortuna desde o início do ano, o equivalente a US$ 7,8 bilhões. O ex CTO John Krystynak viu sua riqueza cair 30 por cento, com uma perda de US$ 2,4 bilhões. Andrew Karam, também cofundador, encerrou o período com 29 por cento menos patrimônio.

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Nvidia, Microsoft e o ajuste nas gigantes

Nem mesmo a Nvidia, símbolo máximo do boom da IA, ficou imune. O CEO Jensen Huang perdeu US$ 7 bilhões após a recente onda de vendas e acumula quase US$ 12 bilhões em perdas em 2026.

Steve Ballmer, ex CEO da Microsoft, também sofreu impacto relevante. Embora tenha perdido US$ 5 bilhões após a liquidação mais recente, a perda acumulada no ano se aproxima de US$ 29 bilhões.

A volatilidade evidencia como a concentração de riqueza em ações de tecnologia amplia tanto os ganhos quanto as perdas em ciclos de euforia e correção.

Da euforia à dúvida em questão de dias

O contraste com 2025 é expressivo. De acordo com relatório da Oxfam, os dez bilionários mais ricos dos Estados Unidos adicionaram US$ 698 bilhões ao patrimônio entre 2024 e 2025. Grande parte desse avanço veio justamente da valorização impulsionada pela inteligência artificial.

Larry Ellison chegou a ultrapassar Elon Musk como a pessoa mais rica do mundo após um salto de 36 por cento nas ações da Oracle, movimento que elevou sua fortuna em US$ 101 bilhões praticamente da noite para o dia. Dois dias depois, cerca de US$ 34 bilhões evaporaram, em meio a questionamentos sobre o acordo de nuvem da empresa com a OpenAI.

A história recente reforça como expectativas elevadas podem se transformar rapidamente em correções bilionárias quando surgem dúvidas sobre crescimento sustentável.

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Concorrência global e risco sistêmico

O mercado já havia dado sinais de fragilidade no início de 2025, quando a startup chinesa DeepSeek lançou o modelo de baixo custo R1. O movimento abalou o setor e eliminou US$ 600 bilhões do valor de mercado da Nvidia em um único episódio, além de reduzir fortunas de nomes como Elon Musk, Mark Zuckerberg e o próprio Ellison.

Em janeiro daquele ano, bilionários chegaram a ver sua riqueza crescer US$ 10 bilhões por dia. Um mês depois, o cenário se inverteu, com perdas expressivas em sequência.

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