Negócios

Empresa japonesa de TI pagará parte dos salários em bitcoins

Primeiro pagamento será em fevereiro. No Japão, os funcionários da empresa poderão receber até 100.000 ienes (890 dólares) de seu salário em bitcoins

Preço do bitcoin disparou este ano, saindo de uma cotação de 1.000 dólares em janeiro até os 17.000 dólares alcançados esta semana (David Gray/Reuters)

Preço do bitcoin disparou este ano, saindo de uma cotação de 1.000 dólares em janeiro até os 17.000 dólares alcançados esta semana (David Gray/Reuters)

A

AFP

Publicado em 15 de dezembro de 2017 às 07h46.

Priorizar nos meus resultados Google

A empresa japonesa GMO Internet anunciou que pagará parte dos salários de seus empregados em bitcoins, como uma forma de conhecer melhor o funcionamento dessa moeda virtual - disse um porta-voz da empresa nesta sexta-feira (15).

O primeiro pagamento será em fevereiro. No Japão, os funcionários da empresa poderão receber até 100.000 ienes (890 dólares) de seu salário em bitcoins.

"Os empregados podem receber salário em bitcoin, se quiserem", disse Harumi Ishii à AFP.

"Esperamos melhorar nossa compreensão da moeda virtual, usando-a", explicou.

Essa oferta estará disponível para seus cerca de 4.000 funcionários do grupo no Japão, detalhou a representante da empresa, que iniciou as operações de troca de bitcoins em maio passado.

No mês que vem, une-se aos "mineiros" do bitcoin, o que lhe dará direito a receber mais moedas virtuais em troca de mudar a segurança da rede que sustenta esse ativo.

O preço do bitcoin disparou este ano, saindo de uma cotação de 1.000 dólares em janeiro até os 17.000 dólares alcançados esta semana.

A GMO Internet opera vários negócios on-line, incluindo gestão de páginas, publicidade e serviços financeiros.

Acompanhe tudo sobre:Empresasmeios-de-pagamentoBitcoin

Mais de Negócios

Filho de refugiados do nazismo criou a maior varejista do Paraná e faz R$ 38 bilhões com 4 mil lojas

Empresa traz ao Brasil software que substitui máquinas de R$ 300 mil no diagnóstico do glaucoma

Depois de criar uma healthtech de R$ 1,2 bilhão, fundador mira nova aposta de R$ 300 milhões

Ela viu o pai fabricar portas no quintal de casa. Hoje é CEO de uma indústria de R$ 59 milhões