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Embraer lamenta paralisação de funcionários

A Embraer informou que continua aguardando o desfecho das negociações entre sua representação patronal, a Fiesp, e o sindicato


	Embraer, em São José dos Campos: 7 mil dos 12 mil trabalhadores iniciaram greve de 24 horas
 (Julia Carvalho/EXAME.com)

Embraer, em São José dos Campos: 7 mil dos 12 mil trabalhadores iniciaram greve de 24 horas (Julia Carvalho/EXAME.com)

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Da Redação

Publicado em 21 de outubro de 2014 às 16h09.

São Paulo - A Embraer lamentou a paralisação das atividades ocorrida nesta terça-feira nas instalações da companhia em São José dos Campos (SP).

"A empresa lamenta que seus empregados tenham sido impedidos de ter acesso ao seu local de trabalho, em desrespeito a seu direito constitucional de ir e vir", declarou a empresa, em nota encaminhada na tarde de hoje.

Conforme divulgou o sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, cerca de 7 mil dos 12 mil trabalhadores dos setores produtivo e administrativo da Embraer em São José dos Campos iniciaram na manhã de hoje uma greve de 24 horas por um reajuste de 10% nos salários, ante uma proposta de 6,6% da companhia.

A Embraer também informou que continua aguardando o desfecho das negociações entre sua representação patronal, a Fiesp, e o sindicato.

A paralisação ocorre no mesmo dia em que a Embraer apresenta, na unidade de Gavião Peixoto (SP), interior paulista, o protótipo do cargueiro militar KC-390.

Questionados durante o evento, executivos da empresa não se pronunciaram a respeito da paralisação.

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