Em 2019, Mallory Contois tinha uma vida estável na área de tecnologia, um noivado e uma casa à beira-mar.
Ainda assim, decidiu pedir demissão, cancelar o casamento e voltar para Los Angeles em busca de um objetivo claro: tornar-se diretora de operações, COO (Diretor de operações), em uma startup.
Dois anos depois, alcançou a meta. Mas a insatisfação a levou a abandonar novamente o cargo.
Hoje, com 35 anos, ela comanda um negócio de seis dígitos e estruturou uma carreira portfólio, combinando múltiplas frentes de receita. As informações foram retiradas de Business Insider.
Da estabilidade à busca por protagonismo estratégico
Contois afirma que, apesar do conforto, sentia falta de participar das decisões estratégicas. Atuava no setor de tecnologia, mas queria estar “na sala onde as decisões estavam sendo tomadas”. A mudança para Los Angeles marcou o início dessa transição.
Ela assumiu o cargo de chefe de gabinete na Cameo, posição que a aproximou da liderança executiva e do direcionamento estratégico de uma empresa de alto crescimento. Seu objetivo era claro: tornar-se COO de uma startup em estágio Série A. Em 2021, atingiu a meta.
Para profissionais de finanças corporativas, a trajetória revela um movimento comum em ambientes de crescimento acelerado.
Cargos executivos oferecem exposição a decisões de alocação de capital, expansão, estruturação operacional e governança. O posto de COO representa, muitas vezes, o epicentro da execução estratégica.
O custo invisível da conquista
Apesar da conquista, Contois relata que não se sentiu realizada. Após anos perseguindo o cargo, a sensação foi de inquietação e insatisfação. Ela afirma que não se empolgava com os problemas que estava resolvendo.
Em 2022, deixou o cargo sem ter outra posição definida. A decisão envolveu riscos financeiros e identitários. Ela relata que sempre havia definido sua identidade pela função que ocupava. Abrir mão do título significava rever não apenas renda e estabilidade, mas posicionamento profissional.
No campo das finanças corporativas, decisões dessa natureza expõem uma variável frequentemente negligenciada nos balanços: o alinhamento entre função executiva e criação de valor percebido. A permanência em posições estratégicas nem sempre garante satisfação ou visão de longo prazo.
Aprenda a gerenciar o orçamento de empresas
Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.
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