(Reprodução/LinkedIn)
Estagiária de jornalismo
Publicado em 10 de novembro de 2025 às 13h59.
Quando decidiu criar a própria marca de pijamas para mulheres no pós-parto, a executiva Katya Eckert, 41 anos, não vinha do mundo da moda.
Ela trabalhava em desenvolvimento de negócios em uma corretora de derivativos em Nova York.
Da experiência pessoal com o colapso hormonal do pós-parto, noites de suor intenso, trocas constantes de roupa e frustração com produtos que não funcionavam, nasceu a “A DOMANI”, marca de pijamas pensada para conforto térmico em momentos de grande mudança do corpo como pós-parto, menopausa e até tratamento de câncer.
O que começou como um trabalho paralelo chegou a US$ 30 mil de receita em dois meses, está na casa dos US$ 500 mil por ano e projeta faturamento de sete dígitos em 2026. As informações foram retiradas de Entrepreneur.
A entrada no setor têxtil não foi romântica, foi capital-intensiva. A “A DOMANI” nasceu com um cheque de US$ 200 mil de recursos próprios, investidos por Eckert para tirar a ideia do papel.
Em um negócio de vestuário, isso significa ver o dinheiro “desaparecer” rapidamente em:
“Para a A DOMANI, o tecido precisava ser a estrela. Se eu não encontrasse um tecido que fizesse o que eu prometia, eu não tinha negócio”, explica a fundadora.
Do ponto de vista de finanças corporativas, isso é textbook: trata-se de um investimento relevante em ativos e capital de giro, com alto risco específico de produto e pouca diversificação inicial.
Depois dos dois primeiros meses com US$ 30 mil em receita, parecia que o negócio estava ganhando tração. Mas, três meses depois, um duplo choque mudou tudo:
Ela precisou puxar o “freio de emergência” e demitiu consultores, cortou gastos, assumiu sozinha o máximo possível, e manteve a empresa em modo de sobrevivência. A sorte — planejada — foi já ter o estoque pronto e uma estrutura relativamente leve.
Graças a isso, a “A DOMANI” conseguiu atravessar o período com pedidos pontuais e recorrentes via indicação, cobrindo os custos básicos até que, em 2025, a marca ganhasse exposição em Oprah Daily e no programa CBS Mornings, destravando um novo patamar de demanda.
É um exemplo direto de como gestão de custos fixos, alavancagem operacional e prudência financeira podem manter um negócio vivo mesmo quando a fundadora não consegue dedicar 100% do tempo à empresa.
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