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Eike Batista tem plataforma interditada pelo Ministério do Trabalho

Empresa afirma que não haverá atraso no cronograma do início de produção do OSX-1

Obras de navio da OSX: a empresa estima que as observações do Ministério remanescentes serão atendidas nos próximos 10 dias (Divulgação)

Obras de navio da OSX: a empresa estima que as observações do Ministério remanescentes serão atendidas nos próximos 10 dias (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de novembro de 2011 às 10h35.

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São Paulo – No começo do mês, o Ministério do Trabalho interditou a primeira plataforma de exploração de petróleo de Eike Batista. O navio-plataforma FPSO OSX-1 não atendia às normas de segurança dos trabalhadores, segundo o Ministério.

A plataforma recebeu a inspeção do Ministério do Trabalho ainda em outubro, no dia 27 daquele mês. Em 04 de novembro a empresa foi comunicada da interdição. Foi realizada uma nova inspeção e, no dia 08 de novembro, a Superintendência do Ministério no Rio de Janeiro liberou a continuidade da execução dos testes em curso no OSX-1, segundo a empresa.

A OSX estima que as observações do Ministério remanescentes serão atendidas nos próximos 10 dias. “Não haverá atraso na produção de petróleo em decorrência da interdição”, informou a empresa, em comunicado. O presidente da OSX, Luiz Eduardo Carneiro, afirmou, em outubro, que a OGX vai produzir o primeiro óleo em novembro ou dezembro de 2011.

O navio-plataforma FPSO OSX-1 foi construído em Cingapura e chegou ao Brasil no começo de outubro. A plataforma custou 610 milhões de dólares e foi arrendada pela OGX, a petrolífera de Eike, por 263.000 dólares por dia.

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