Negócios

Diretor da EPE vai assumir a presidência da Chesf

A nomeação faz parte das mudanças planejadas pelo ministro de Minas e Energia, que ainda deve definir novos nomes para a diretoria-geral do Grupo Eletrobrás


	A Chesf é dona de grande parte dos sistemas de geração e transmissão de energia elétrica do Brasil, além de deter um parque considerável de usinas
 (Adriano Machado)

A Chesf é dona de grande parte dos sistemas de geração e transmissão de energia elétrica do Brasil, além de deter um parque considerável de usinas (Adriano Machado)

DR

Da Redação

Publicado em 17 de junho de 2015 às 17h42.

Brasília - O atual diretor de estudos de energia elétrica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), José Carlos de Miranda Farias, vai assumir a presidência da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), estatal controlada pelo Grupo Eletrobras.

A nomeação de Miranda deve publicada nos próximos dias. A chegada de Miranda faz parte das mudanças planejadas pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, que ainda deve definir novos nomes para a diretoria-geral do Grupo Eletrobras.

Miranda vai substituir Antônio Varejão de Godoy, atual diretor-presidente da estatal.

A Chesf é dona de grande parte dos sistemas de geração e transmissão de energia elétrica do Brasil, além de deter um parque considerável de usinas.

Até o fim do ano passado, a estatal possuía um parque de geração com capacidade total de 10.615 MW de potência, formado por 14 usinas hidrelétricas. Na área de transmissão, as operações fecharam 2014 com 19.692 km de linhas em operação e 104 subestações.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas brasileirasHoldingsEstatais brasileirasEnergia elétricaEmpresas estataisServiçosEletrobrasPresidentes de empresaMinistério de Minas e EnergiaChesf

Mais de Negócios

Brasileira compra operação de multinacional e amplia presença na América Latina

Sete em cada 10 jovens querem abrir negócio próprio nos próximos cinco anos, aponta pesquisa

Ele lidera o RH de uma grande empresa e mostra como evoluir na velocidade que o negócio exige

A executiva que ignorou os padrões de perfeição e transformou uma submarca em um fenômeno bilionário