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CSN não consegue arquivar relatório para permanecer listada em NY

A empresa afirma que trabalha com auditores externos em tratamentos contábeis relacionados à aquisição da Namisa em 2015

CSN: a empresa informa que não há uma data estimada para o arquivamento das demonstrações financeiras (foto/Divulgação)

CSN: a empresa informa que não há uma data estimada para o arquivamento das demonstrações financeiras (foto/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 24 de maio de 2017 às 22h22.

São Paulo - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) informou que não foi possível arquivar as demonstrações financeiras de 2016 do Formulário 20-F, documento que as empresas são obrigadas a arquivar junto à U.S. Securities and Exchange (SEC), para continuarem listadas na New York Stock Exchange (NYSE).

A empresa afirma que trabalha com seus auditores externos em tratamentos contábeis relacionados à aquisição da Namisa pela CSN Mineração, em novembro de 2015.

Há ainda uma investigação interna solicitada pelo Comitê de Auditoria da CSN em relação ao suposto pagamento de R$ 16,5 milhões durante a construção da usina de aços longos em Volta Redonda.

"O Comitê de Auditoria da Companhia contratou renomados escritório de advocacia e consultor externo para conduzir a referida investigação e, até a presente data, não foi identificado nenhum ato ilícito ou impróprio", informa a CSN em comunicado ao mercado.

A companhia informa também que não há uma data estimada para o arquivamento das demonstrações financeiras.

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