Negócios

Confrontos em filial da Suzuki deixam 85 feridos e um morto

A vítima morreu em decorrência do incêndio provocado por trabalhadores, que enfrentavam os executivos da companhia devido à demissão de um trabalhador

A Maruti Suzuki, controlada em sua maioria pelo grupo japonês Suzuki, é a primeira montadora de automóveis da Índia (Manan Vatsyayana/AFP)

A Maruti Suzuki, controlada em sua maioria pelo grupo japonês Suzuki, é a primeira montadora de automóveis da Índia (Manan Vatsyayana/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 20 de julho de 2012 às 18h01.

Nova Délhi - Uma pessoa morreu e 85 ficaram feridas depois do incêndio e dos confrontos registrados em uma fábrica da Maruti Suzuki - a filial que lidera as vendas de automóveis na Índia -, no sul de Nova Délhi, informou nesta quinta-feira a emissora ''NDTV''.

A vítima morreu em decorrência do incêndio provocado por trabalhadores, que enfrentavam os executivos da companhia devido à demissão de um trabalhador. Este mesmo funcionário teria agredido um diretor que, segundo ele, tinha lhe humilhado.

Após os confrontos, um grupo de trabalhadores tentou trancar os executivos da empresa em uma sala e também enfrentaram as forças policiais que se deslocaram até a fábrica, situada na cidade de Manesar, em Haryana.

Entre os feridos há dois executivos japoneses, enquanto 60 trabalhadores indianos da empresa (filial local da Suzuki) foram presos e acusados de tentativa de assassinato.

Após o inicidente, a fábrica ficou deserta e com as portas fechadas. Apesar das tentativas de buscar mais esclarecimentos, Agência Efe não conseguiu estabelecer contato com a sede central da empresa em Nova Délhi.

Acompanhe tudo sobre:Empresas japonesasÁsiaMontadorasÍndiaIncêndiosSuzuki

Mais de Negócios

Startup de antecipação de recebíveis já movimentou R$ 200 bilhões e mira expansão nos EUA

Gigante de R$ 5,6 bi, Rodobens fecha com o Mirassol de olho num mercado de R$ 600 milhões

Como uma startup virou a guardiã dos arquivos da CBF — e quer desafiar gigantes de fotografia

Assaí terá postos de combustível: 'Talvez consigamos entregar energia mais barata', diz CEO