Negócios

Cielo amplia rede de aceitação de cartões da japonesa JCB

A partir deste mês, os cerca de 1,2 milhão de estabelecimentos credenciados pela Cielo no Brasil passarão a aceitar os cartões da JCB

Máquina da Cielo: empresa fechou acordo com a bandeira japonesa JCB (ARQUIVO)

Máquina da Cielo: empresa fechou acordo com a bandeira japonesa JCB (ARQUIVO)

DR

Da Redação

Publicado em 8 de dezembro de 2010 às 11h14.

São Paulo - A Cielo anunciou nesta quarta-feira que ampliou a rede de aceitação de cartões da bandeira japonesa JCB, com a qual a empresa de pagamentos eletrônicos já captura transações desde 1997.

A partir deste mês, os cerca de 1,2 milhão de estabelecimentos credenciados pela Cielo no Brasil passarão a aceitar os cartões da JCB, "única bandeira de pagamentos japonesa com atuação global", segundo comunicado da empresa ao mercado.

A ampliação incluiu a autenticação de cartões com chip para permitir a captura deste tipo de plástico na rede da Cielo.

"A Cielo ampliou a base de aceitação desta bandeira para se preparar para o volume significativo de turistas estrangeiros que visitarão o país durante a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016", afirma a companhia.

A JCB, quinta maior bandeira de cartões de pagamentos do mundo segundo a Cielo, possui cerca de 60,2 milhões de credenciados.

De acordo com a Japan Association of Travel Agents (JATA), os turistas asiáticos são os que mais gastam em viagens ao exterior, com tíquete médio de 1,8 mil dólares.

No mesmo sentido, a concorrente direta da Cielo, Redecard, firmou no final de setembro parceria com a China UnionPay para capturar e processar, a partir do início de 2011, transações de crédito e débito da bandeira asiática no Brasil de olho nos eventos esportivos que o país vai abrigar em 2014 e 2016.

Acompanhe tudo sobre:Empresas abertasEmpresas brasileirasservicos-financeirosCieloFinançasCartões de créditosetor-de-cartoessetor-financeiroacordos-empresariais

Mais de Negócios

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo