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Cemig estuda oportunidades no Peru, Colômbia e Chile

Rio - A Cemig pretende mirar na internacionalização de suas operações para aumentar seu potencial de crescimento nos próximos anos. Segundo o presidente da empresa, Luiz Fernando Rolla, o alvo é a América do Sul, especialmente, oportunidades de investimento no Chile, Peru e a Colômbia. A intenção é buscar ativos nas áreas de distribuição e […]

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h45.

Rio - A Cemig pretende mirar na internacionalização de suas operações para aumentar seu potencial de crescimento nos próximos anos. Segundo o presidente da empresa, Luiz Fernando Rolla, o alvo é a América do Sul, especialmente, oportunidades de investimento no Chile, Peru e a Colômbia. A intenção é buscar ativos nas áreas de distribuição e transmissão de energia elétrica. "Esse é um novo estágio.

Acreditamos que no longo prazo haverá uma integração energética da América do Sul. Isso vai demandar investimentos grandes e queremos nos antecipar a isso", afirmou o executivo, que participou de um seminário sobre energia elétrica promovido pela Apimec-Rio.

Segundo Rolla, a Cemig já vem prospectando oportunidades de investimentos na região. Mas, destacou, qualquer operação irá levar em consideração os atuais parâmetros de crescimento sustentável do grupo.

No Chile, a Cemig já opera uma linha de transmissão entre as cidades de Charrúa e Temuco. Para Rolla, o Chile, por sua excelente condição econômica, é visto como o país preferencial nos planos de internacionalização da companhia. "Na próxima vez, além de mostrar o mapa do Brasil (com os locais de operações da Cemig), vou mostrar também o mapa da América do Sul. Esse é um salto para nós", brincou o executivo durante sua apresentação.

Apesar do foco na internacionalização, Rolla deixou claro que a companhia que recentemente comprou o controle da Light e da Terna Participações ainda tem apetite para novas aquisições. O executivo acredita que o setor no Brasil ainda vai passar por novas consolidações. "Oportunidades a gente não seleciona, oportunidades aparecem", afirmou.

Rolla lembra que o setor elétrico tem grande potencial de expansão diante das perspectivas de crescimento econômico do Brasil. Confirmadas as perspectivas mais pessimistas, que apontam para um aumento de 4,5% a 5% no consumo, seria necessário ampliar em 5 mil megawatts a oferta de energia no País.
 

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