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Cemig apresenta proposta para fatia de 21,35% da EDP

A mídia portuguesa tem noticiado que haveria vários grandes grupos internacionais interessados em comprar uma participação na EDP

Usina hidrelétrica de São Simão: a maior usina administrada pela Cemig (Divulgação)
DR

Da Redação

Publicado em 21 de janeiro de 2012 às 13h52.

Rio de Janeiro - A estatal de energia elétrica Cemig apresentou proposta não vinculante pela participação de 21,35 por cento da Energias de Portugal, detida pela Parpública, informou a empresa em comunicado ao mercado nesta segunda-feira.

A Parpública é uma sociedade portuguesa que representa a participação do governo na empresa de energia.

Além da empresa controlada pelo governo do Estado de Minas Gerais, outra estatal também apresentou, na sexta-feira, proposta pela fatia do governo português na empresa portuguesa, que no Brasil controla diversos ativos de geração e as distribuidoras Escelsa e Bandeirante Energia.

"A EDP opera ativos estrategicamente muito relevantes, razão pela qual uma parceria com a Cemig pode vir a ser de interesse mútuo para ambas as empresas", disse a empresa no documento.

A mídia portuguesa tem noticiado que haveria vários grandes grupos internacionais interessados em comprar uma participação na EDP.

Além da Eletrobras, estariam de olho em uma fatia da empresa de Portugal os alemães da RWE e da E.ON e os franceses da EDF e da GDF Suez, bem como a chinesa China Power Internacional.

A argelina Sonatrach e o fundo soberano IPIC, do Abu Dhabi, no passado mostraram-se disponíveis para aumentar as suas posições na EDP para além dos atuais 2 e 4 por cento, respectivamente.

A espanhola Iberdrola, maior acionista privada, com 6,8 por cento da EDP, não deverá aumentar a sua participação, segundo analistas.

Do mesmo modo, a espanhola Gas Natural decidiu não concorrer à fatia da EDP, para quem, as condições estabelecidas não eram corretas, segundo uma fonte da empresa.

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A Parpública é uma sociedade portuguesa que representa a participação do governo na empresa de energia.

Além da empresa controlada pelo governo do Estado de Minas Gerais, outra estatal também apresentou, na sexta-feira, proposta pela fatia do governo português na empresa portuguesa, que no Brasil controla diversos ativos de geração e as distribuidoras Escelsa e Bandeirante Energia.

"A EDP opera ativos estrategicamente muito relevantes, razão pela qual uma parceria com a Cemig pode vir a ser de interesse mútuo para ambas as empresas", disse a empresa no documento.

A mídia portuguesa tem noticiado que haveria vários grandes grupos internacionais interessados em comprar uma participação na EDP.

Além da Eletrobras, estariam de olho em uma fatia da empresa de Portugal os alemães da RWE e da E.ON e os franceses da EDF e da GDF Suez, bem como a chinesa China Power Internacional.

A argelina Sonatrach e o fundo soberano IPIC, do Abu Dhabi, no passado mostraram-se disponíveis para aumentar as suas posições na EDP para além dos atuais 2 e 4 por cento, respectivamente.

A espanhola Iberdrola, maior acionista privada, com 6,8 por cento da EDP, não deverá aumentar a sua participação, segundo analistas.

Do mesmo modo, a espanhola Gas Natural decidiu não concorrer à fatia da EDP, para quem, as condições estabelecidas não eram corretas, segundo uma fonte da empresa.

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