Negócios

Carrefour vai fechar 8 lojas de bairro em São Paulo

Dando continuidade ao plano de reestruturação, varejista vai reforçar expansão da rede Atacadão

Carrefour: rede dá mais um passo no processo de reestruturação e anuncia o fechamento de unidades da bandeira Carrefour Bairro (Vanderlei Almeida/AFP)

Carrefour: rede dá mais um passo no processo de reestruturação e anuncia o fechamento de unidades da bandeira Carrefour Bairro (Vanderlei Almeida/AFP)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 28 de setembro de 2011 às 09h30.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo – Após o rombo milionário anunciado pelo Carrefour em 2010, a rede vem passando por um longo processo de reestruturação  no Brasil e mais uma etapa foi anunciada para dar continuidade ao processo. Nesta quarta-feira, a varejista anunciou o fechamento de oito lojas Carrefour Bairro, todas localizadas em cidades do interior paulista.

Dentre as unidades que fecharam suas portas, quatro estão localizadas em Ribeirão Preto, duas em Jaboticabal, uma em Monte Alto e uma em Matão. Segundo a companhia, a decisão visa fortalecer a posição da rede como líder no varejo de alimentos no país.

Paralelo ao fechamento das lojas, o Carrefour divulgou também que vai fortalecer sua atuação nos segmentos de hipermercado e “atacarejo”. “Estamos investindo 50% a mais do que foi aportado no ano passado para revitalização de 20 lojas”, disse a varejista em nota.

O Carrefour também planeja ainda, neste ano, a abertura de mais 17 unidades da rede Atacadão. A bandeira popular é responsável por metade das vendas do Carrefour no mercado brasileiro e representa 75% dos lucros da companhia no país.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasComércioSupermercadosVarejogestao-de-negociosCarrefourEmpresas francesasFaturamentoprodutividade-no-trabalhoEstratégiaGovernança

Mais de Negócios

Depois de criar uma healthtech de R$ 1,2 bilhão, fundador mira nova aposta de R$ 300 milhões

Ela viu o pai fabricar portas no quintal de casa. Hoje é CEO de uma indústria de R$ 59 milhões

Aos 54 anos, varejista gaúcha em recuperação judicial tem um plano para faturar R$ 20 milhões

Como este padre tirou uma universidade do vermelho e a levou para o clube do bilhão