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Cade é notificado de acordo comercial entre Boeing e Embraer

Empresas de aviação pretendem fechar uma parceria estratégica por meio de uma joint venture para atuar nos setores de aeronaves comerciais e militares

Boeing e Embraer: empresas pretendem formar uma parceria por meio de uma joint venture (Eric Piermont/Getty Images)

Boeing e Embraer: empresas pretendem formar uma parceria por meio de uma joint venture (Eric Piermont/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 4 de outubro de 2019 às 10h55.

Última atualização em 4 de outubro de 2019 às 10h57.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) publicou no Diário Oficial da União (DOU) edital que informa ter sido notificado por Boeing e Embraer do ato de concentração pelo qual as empresas pretendem fechar uma parceria estratégica nos setores de aeronaves comerciais e militares. O recebimento formal do caso já havia sido divulgado na quinta-feira, 3, pelo órgão no seu sistema de processos na internet.

Com a notificação, o Cade começa a analisar a operação, que foi anunciada em julho de 2018 pelas empresas.

O acordo entre as duas companhias prevê a criação de uma joint venture que englobará o braço de aviação comercial da Embraer. A Boeing deterá 80% da nova empresa, denominada Boeing Brasil Commercial, enquanto a Embraer terá os 20% restantes.

As companhias também trabalham em uma segunda joint venture, com participação de 51% da Embraer, destinada a promover e desenvolver mercados para o avião militar KC-390.

Na quinta-feira pela manhã, a Embraer atualizou o mercado sobre seu cronograma para a conclusão do acordo com a Boeing. A expectativa agora é de que a finalização ocorra no início de 2020, e não mais até o fim deste ano.

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