Negócios

Cade aprova compra da Linx pela Stone sem restrições

No fim de maio, o relator do processo, conselheiro Sérgio Ravagnani, havia pedido prazo de até mais 90 dias para a conclusão da análise

No setor financeiro, a Stone é a grande novidade, chegando com um peso de 5%.  (Leandro Fonseca/Exame)

No setor financeiro, a Stone é a grande novidade, chegando com um peso de 5%. (Leandro Fonseca/Exame)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 16 de junho de 2021 às 17h15.

Última atualização em 16 de junho de 2021 às 17h24.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da produtora de programas para varejo Linx pela empresa de pagamentos Stone. No fim de maio, o relator do processo, conselheiro Sérgio Ravagnani, havia pedido prazo de até mais 90 dias para a conclusão da análise.

Nesta quarta-feira, Ravagnani negou recursos de concorrentes, entre elas a Cielo, e disse que o negócio não traz prejuízos à concorrência. "O mercado de software tem caminhado para convergência e deve continuar crescendo nos próximos anos em decorrência da competição acirrada. O Cade está e estará atento a esses mercados", afirmou.

Em novembro do ano passado, acionistas da Linx aprovaram a oferta de aquisição da empresa feita pela processadora de cartões Stone, em um negócio de aproximadamente 6,8 bilhões de reais.

 

Acompanhe tudo sobre:Fusões e AquisiçõesLinxCadeStone

Mais de Negócios

Aos 100 anos, maior supermercado do Ceará fatura R$ 1,8 bilhão

Oficina sem mecânico? Conheça o espaço em SP onde o cliente conserta seu próprio carro

Floripa Airport bate recorde e se consolida como top 3 de passageiros estrangeiros

Ele foi garimpeiro e hoje fatura R$ 43 bilhões com o terceiro maior supermercado do Brasil