Negócios

BTG pode fechar próxima aquisição no México

Em entrevista para o Financial Times, André Esteves afirmou que são claras as oportunidades na região


	Esteves, do BTG: se há um lugar na América Latina onde algumas aquisições são possíveis, eu diria que é o México
 (Lailson Santos/VEJA)

Esteves, do BTG: se há um lugar na América Latina onde algumas aquisições são possíveis, eu diria que é o México (Lailson Santos/VEJA)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 4 de agosto de 2014 às 08h55.

São Paulo - André Esteves já afirmou que quer colocar o BTG Pactual entre os maiores bancos do mundo e, por isso, não descarta novas aquisições.

Em entrevista ao Financial Times, o fundador do BTG disse que está considerando fechar um negócio no México.

"Se há um lugar na América Latina onde algumas aquisições são possíveis, eu diria que esse lugar é o México", disse Esteves ao FT.

O executivo, no entanto, ponderou que o mercado mexicano é um pouco caro e será necessário ter paciência.

Ainda segundo o Financial Times, o BTG tem planos de ampliar suas operações de commodities nos próximos dois anos.

"Temos operações de commodities em uma escala global, temos gestão de ativos em escala global e agora gestão de riqueza em escala global - então isso já mostra que temos uma base global relevante", disse Esteves ao jornal.

No mês passado,o BTG anunciou a aquisição do banco suíço BSI por 1,7 bilhão de dólares

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPersonalidadesEmpresas abertasHoldingsEmpresáriosBTG PactualFusões e AquisiçõesBilionários brasileirosBanqueirosAndré Estevesbancos-de-investimento

Mais de Negócios

Como um investimento de US$ 2 se transformou em um negócio de US$ 300 mil em um ano

Rejeitado 33 vezes, CEO cria empresa de US$ 390 milhões e expõe erro do mercado

Maravalley: hub no Rio supera R$ 1 bilhão em faturamento com startups

Como este empresário quer transformar mercadinhos e lavanderias num negócio de R$ 200 milhões