Negócios

Braskem busca 60% do mercado de PVC com nova fábrica

Unidade começa a operar ainda neste mês e recebeu investimentos de US$ 470 milhões

Braskem: R$ 700 milhões investidos no primeiro trimestre (LALO DE ALMEIDA/DIVULGACAO)

Braskem: R$ 700 milhões investidos no primeiro trimestre (LALO DE ALMEIDA/DIVULGACAO)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 10 de maio de 2012 às 12h25.

São Paulo - A Braskem espera elevar de 47% para 60% sua participação no mercado de PVC, afirmou Carlos Fadigas, presidente da petroquímica, nesta quinta-feira, em coletiva com a imprensa.

O aumento será sustentado pela nova planta da companhia em Alagoas - que começa a operar ainda neste mês. "A unidade vai começar a operar de forma gradativa e tem capacidade de produção de 200.000 toneladas por ano. No longo prazo, temos como aumentar nosso market share", disse o executivo.

A planta de Alagoas recebeu investimentos de 238 milhões de reais somente no primeiro trimestre do ano e está com 93% das obras concluídas. O valor total aportado no projeto foi de 470 milhões de dólares.

Além da nova unidade de PVC, está em andamento também a fábrica de butadieno, no Rio Grande do Sul, com 88% das obras concluídas. A planta deve começar a operar a partir do próximo mês e recebeu investimentos na ordem de 300 milhões de reais.

Investimentos

Nos três primeiros meses do ano, a Braskem somou investimentos de 700 milhões de reais, metade do valor foi destinada ao aumento de capacidade da companhia. No decorrer do ano, os aportes da petroquímica deve atingir o montante de 1,7 bilhão de reais.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasBraskemQuímica e petroquímicaEmpresas brasileirasInvestimentos de empresasDiversificação

Mais de Negócios

Aos 42 anos, ela trocou o urbanismo por sorvetes artesanais e agora fatura US$ 2,8 milhões por ano

Linguiça de peixe e geleia de gengibre: a foodtech que nasceu em uma sala de aula no Amapá

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano