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BMW é contra cotas de mulheres executivas nas empresas

Projeto de lei na Alemanha quer que grandes companhias do país tenham 30% dos cargos de diretorias destinados às mulheres


	Mulher executiva: na Alemanha 30% dos cargos de diretoria das grandes empresas serão ocupados por mulheres
 (Getty Images)

Mulher executiva: na Alemanha 30% dos cargos de diretoria das grandes empresas serão ocupados por mulheres (Getty Images)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 27 de novembro de 2014 às 11h41.

São Paulo - A BMW se posicionou contra cotas de mulheres executivas nas empresas alemãs. Um projeto de lei do país vai exigir que grandes companhias destinem 30% dos cargos de diretoria para mulheres.

"A BMW como empresa não acredita em cotas", afirmou Jochen Frey, um porta-voz da montadora, à agência Bloomberg, na última quarta-feira.

Segundo ele, a companhia sempre defendeu a diversidade na sua força de trabalho, em termos de gênero, etnia e idade.

Dados do mercado alemão apontam que no país apenas 6% dos assentos em conselhos de administração das empresas são ocupados por mulheres. Já os cargos de diretorias têm 22% de pessoas do sexo feminino.

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