Negócios

B2W inicia operações na Argentina em julho com Ingresso.com

Empresa também planeja entrar no Chile e em mais dois países neste ano com venda de ingresso online

Página do Ingresso.com: primeira aposta da B2W para se internacionalizar (.)

Página do Ingresso.com: primeira aposta da B2W para se internacionalizar (.)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h39.

Priorizar nos meus resultados Google

Rio de Janeiro - Segue firme o projeto de expansão internacional da B2W, dona dos sites de comércio eletrônico Submarino, Americanas.com, Shoptime e Ingresso.com. A empresa, que em 2009 estreou fora do Brasil com a chegada da Ingresso.com ao México, estenderá o negócio de vendas de tíquetes pela internet para outros quatro países ainda este ano. A operação na Argentina começará em julho e, nos meses seguintes, será a vez do Chile, segundo afirmou à EXAME Anna Saicali, CEO da B2W. Os outros dois países ainda não estão definidos.

O plano de internacionalização da B2W, traçado desde a criação da empresa, em 2006, fora adiado por diversas vezes. Teria sido finalmente posto em prática no início do ano passado, não fosse o estouro da crise internacional meses antes. Com a melhora do cenário, no entanto, a empresa decidiu iniciar um projeto-piloto de venda de ingressos com um cinema na Cidade do México em novembro de 2009. Nos primeiros meses deste ano, ampliou o modelo de negócios com a oferta de tíquetes para todos os 30 cinemas da rede Cinemark no México. A ideia da empresa é que, terminada a primeira fase de internacionalização da Ingresso.com, possa também levar ao exterior outras marcas da B2W.

 

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas brasileirasComércioEmpresas de internetInternetVarejoAmérica LatinaB2WChileArgentinaServiços online

Mais de Negócios

Fim de uma era: montanha-russa mais famosa do Beto Carrero chega ao fim neste domingo após 32 anos

TekPix: o que aconteceu com a câmera que faturava milhões por dia e sumiu do mapa

Do Maranhão a R$ 1,5 bilhão: aos 29, ela assumiu a rede de óticas da família e comanda 1.000 lojas

Aos 7 anos, vigiava carros para comprar um Kichute. Hoje, sua rede de academias fatura R$ 48 milhões