Redação Exame
Publicado em 8 de janeiro de 2026 às 11h39.
A empreendedora Susan Efthimiou, de 63 anos, decidiu transformar uma habilidade doméstica em uma operação lucrativa: cozinhar sopa. A ideia de compartilhar seus caldos nutritivos ganhou forma durante a pandemia da Covid-19, quando a própria Susan enfrentou a doença gravemente e percebeu a importância de uma alimentação saudável na recuperação.
Em 2023, ela lançou a SoupaPOTamus, uma empresa que produz sopas artesanais e que, no último ano, faturou cerca de US$ 500 mil. Para 2026, sua meta é triplicar o número, US$ 1,5 milhão.
A empresa opera dentro de um celeiro de mais de 100 anos reformado no interior do estado de Nova York, usado anteriormente como estábulo de gado leiteiro. O investimento inicial de Efthimiou foi de US$ 70 mil, sendo US$ 50 mil do próprio bolso e US$ 20 mil obtidos por meio de subsídios locais.
Hoje, além do faturamento em crescimento, a empreendedora se destaca pela capacidade de escalar com estrutura enxuta e alto nível de controle sobre produto e operação. As informações foram retiradas da Entrepreneur.
Susan não começou o negócio com grandes ambições de expansão. Seu objetivo inicial era fornecer uma solução acessível, prática e nutritiva para famílias em recuperação da Covid. No entanto, o rigor na escolha dos ingredientes, a proximidade com produtores locais e a atenção constante aos clientes transformaram o projeto em uma operação viável e rentável.
Depois de um 2022 de desenvolvimento de produto e estruturação do negócio, com testes, aprovação de receitas e montagem de cozinha comercial, a SoupaPOTamus passou a gerar receita consistente no segundo semestre de 2023. Desde então, o faturamento mais que triplicou ano após ano, e a empreendedora aposta em canais de venda direta e parcerias no atacado para sustentar o crescimento.
Efthimiou sabe exatamente onde quer chegar, e como. Além da previsão de triplicar o faturamento em 2026, ela mantém o foco em melhorar as margens, controlar os custos e aumentar o valor do negócio como ativo. Para isso, investe em marketing estratégico, aumento da capacidade de produção e expansão de canais B2C e B2B.
A empreendedora também aprendeu, com a experiência, que não basta saber cozinhar ou produzir: é preciso entender os números, traçar planos, delegar e buscar ajuda especializada desde o início. “Se eu pudesse mudar algo, teria buscado apoio técnico mais cedo”, diz ela. “Não há por que reinventar a roda quando se trata de plano de negócios, contabilidade ou software.”
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