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Aos 28 anos, ele saiu dos gramados da NFL e criou um negócio que fatura US$ 6.500 por mês

Jordan Achay transformou vídeos no TikTok em uma empresa de revestimentos esportivos com receita consistente

 (Reprodução/LinkedIn)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 8 de janeiro de 2026 às 13h39.

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Em 2021, Jordan Achay, então com 24 anos, trabalhava como gerente de campo no SoFi Stadium, em Los Angeles, cuidando da preparação dos gramados para jogos da NFL e do futebol universitário.

Começou a gravar vídeos dos bastidores da operação e publicá-los no TikTok, primeiro para amigos, depois para um público crescente. A repercussão foi tão positiva que, poucos meses depois, Achay decidiu transformar o conteúdo em uma marca: J Sprays, uma empresa de revestimentos esportivos que hoje gera uma média de US$ 6.500 por mês. As informações foram retiradas da Entrepreneur.

A J Sprays opera com um modelo de negócio dividido em duas frentes: produção de conteúdo digital e prestação de serviços presenciais de pintura e manutenção de campos esportivos. À medida que o conteúdo ganha engajamento, mais clientes chegam para os serviços, e vice-versa. O crescimento é orgânico, mas constante: seguidores, contratos e receita escalam juntos.

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Custo inicial zero e um modelo baseado em tempo e estratégia

Diferentemente de negócios que exigem grande aporte inicial, a J Sprays começou com investimento zero em infraestrutura. O celular de Achay e sua rotina no estádio foram as ferramentas fundamentais para testar, validar e divulgar o serviço. “Cada minuto livre que eu tinha era dedicado a isso”, conta ele.

A virada veio quando o conteúdo chamou atenção fora do círculo pessoal, gerando pedidos diretos de clientes e oportunidades de trabalho sob demanda. A monetização veio primeiro pelos serviços, depois pelo fortalecimento da marca. Hoje, Achay se divide entre o emprego principal e o negócio, dedicando pelo menos duas horas diárias à operação da J Sprays.

Do improviso à estruturação: a maturidade do negócio

Como muitos empreendedores iniciantes, Achay enfrentou dificuldades com gestão de tempo e organização operacional. Tentou tocar várias ideias ao mesmo tempo, clínicas de beisebol, torneios e a J Sprays, enquanto mantinha o emprego fixo. “Foi demais para mim”, diz. Com o tempo, entendeu que precisava tratar a J Sprays como uma empresa real, com planejamento, metas e processos, e não apenas como uma renda extra.

A transição exigiu foco e definições claras: o que priorizar, quais serviços oferecer, como precificar, que parcerias buscar. Essa estrutura permitiu que, em três anos, o negócio se tornasse financeiramente estável, com receita recorrente e planos de expansão. O conteúdo nas redes sociais continua sendo a principal vitrine, mas agora também há portfólio, reputação e entrega profissional.

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Riscos, falhas e ajustes: aprendizados financeiros no caminho

Em uma das experiências mais desafiadoras, Achay enfrentou um problema técnico que comprometeu máquinas de pintura em um projeto importante — justamente aquele cujo pagamento seria usado para manutenção dos equipamentos. “Não diluímos a tinta corretamente, e duas das três máquinas entupiram”, lembra.

O episódio evidenciou a necessidade de gestão de risco, reserva de caixa e capacidade de resposta rápida, mesmo em pequenos negócios. Esses aprendizados financeiros — muitas vezes ignorados por quem começa como autônomo ou freelancer, se tornam essenciais à medida que o negócio cresce.

Receita previsível, marca em construção e independência como meta

Atualmente, a média de receita mensal da J Sprays gira em torno de US$ 6.500, com crescimento contínuo nas duas frentes do negócio. Cada novo projeto ou vídeo de bastidor aumenta o alcance da marca e traz novas oportunidades. Achay ainda equilibra a empresa com um emprego fixo, mas já vê a independência no horizonte.

O maior valor percebido por ele até aqui não é apenas financeiro. “Construí do zero, e posso administrar do meu jeito. Isso me deu uma nova forma de independência”, afirma. Com a marca consolidada, o próximo passo é escalar sem perder identidade, e isso exige cada vez mais planejamento financeiro e visão estratégica.

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