Negócios

ANS determina regime de direção fiscal na Unimed Paulistana

A medida determina que a ANS nomeie um diretor fiscal, que vai atuar dentro da operadora e analisar a situação financeira


	Unimed Rio: a ANS justificou a decisão “considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde”
 (Divulgação)

Unimed Rio: a ANS justificou a decisão “considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde” (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de setembro de 2013 às 19h22.

Brasília - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) instaurou regime de direção fiscal na operadora de plano de saúde Unimed Paulistana, conforme resolução publicada hoje (11).

A medida determina que a ANS nomeie um diretor fiscal, que vai atuar dentro da operadora e analisar a situação financeira.

No texto da resolução, a agência justificou a decisão “considerando as anormalidades econômico-financeiras e administrativas graves que colocam em risco a continuidade do atendimento à saúde”.

O diretor fiscal pode atuar na empresa por até 365 dias. É a terceira vez que ela passa pelo regime de direção fiscal, tendo se recuperado financeiramente nas duas primeiras vezes, em 2009 e 2010. A Unimed Paulistana atua no estado de São Paulo e tem, atualmente, 810.791 segurados.

Em nota aos clientes, a operadora explicou que a medida da ANS “assemelha-se a um processo de auditoria” e disse ainda que o regime adotado em 2009 gerou “resultados positivos para a cooperativa e seus clientes”.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasServiçosSaúde no BrasilPlanos de saúdeUnimedANS

Mais de Negócios

Genética de ‘peso’: leilão de gado cresce 125% no Brasil e mira novo recorde em 2026

Startups globais de fundadores latino-americanos já criaram US$ 200 bilhões em valor de mercado

Mulheres no comando, prédios no Centro e IA nas empresas: o que está mudando em SP

Gigante do energético do interior de SC agora desafia as marcas de gim para faturar R$ 2,5 bilhões